A Soberana Vontade de Deus – 18ª Mensagem

Uma Vida Guiada Pelo Espírito Santo

At 8.26-40

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Continuando o assunto central deste capítulo que é mostrar a pessoa bendita do Espírito Santo agindo nos corações convertidos a Cristo, quero meditar com você nessa ocasião sobre: Uma vida guiada pelo Espírito Santo.

O diácono e evangelista Filipe era um homem “cheio do Espírito Santo” (At 6.5), e era poderosamente usado por Ele para realizar “sinais e grandes milagres” (At 8.13). Mas, o que faz alguém demonstrar que realmente é cheio do Espírito Santo é se esse alguém é guiado por Ele. Em Rm 8.14 a Escritura nos diz: “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus”. Ser guiado pelo Espírito significa tomar decisões e agir de acordo com a orientação que vem Dele por meio da Escritura.

No presente texto vemos que tanto Filipe quanto o eunuco etíope nos mostram o que é uma vida guiada pelo Espírito Santo.

Uma vida guiada pelo Espírito Santo demonstra:

 

1)     Obediência incondicional a Cristo, v.26-29

Exposição v.26-29: No v.26 está escrito: “Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi”.  Um anjo, mandado Espírito Santo, passa uma ordem para Filipe. Onde Filipe estava quando recebeu a ordem? Em Samaria ou em Jerusalém? Não temos como precisar essa informação. Porém, a ordem que ele recebeu não fazia o menor sentido se levarmos em consideração o fato de que ele estando ou em Samaria ou em Jerusalém em qualquer um desses centros urbanos tinha muita gente. Em Samaria numerosa multidão dera crédito à sua pregação, e por onde ele passava muitos se convertiam. Faria mais sentido se ele ficasse nesses grandes centros em vez de ir para “o caminho do deserto” como era chamado aquele lugar, conforme o próprio anjo lhe dissera. Filipe não discutiu, não argumentou. Simplesmente “Ele se levantou e foi”. Ele fez o que o anjo lhe ordenara, ele se dispôs.

Naquele caminho deserto “Eis que um etíope, eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todo o seu tesouro, que viera adorar em Jerusalém, estava de volta e, assentado no seu carro, vinha lendo o profeta Isaías” (v.27,28). Algumas considerações são importantes aqui em relação ao etíope. Primeiramente, ele era um eunuco, o que tanto pode significar que ele era castrado (esse é o significado básico da palavra “eunuco”), ou que, como o seu cargo na corte da rainha da Etiópia indica (“superintendente de todo o seu tesouro”) que ele era um oficial muito importante. Em segundo lugar ele “viera adorar em Jerusalém”, o que indica que aquele africano havia se convertido ao Judaísmo, pois, Jerusalém era o centro do culto judaico. Em Is 56.3-5 temos uma linda profecia que se cumpriu na vida desse etíope eunuco: Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao SENHOR, dizendo: O SENHOR, com efeito, me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca. 4 Porque assim diz o SENHOR: Aos eunucos que guardam os meus sábados, escolhem aquilo que me agrada e abraçam a minha aliança,  5 darei na minha casa e dentro dos meus muros, um memorial e um nome melhor do que filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará”. Esse etíope eunuco recebeu o Nome eterno de Cristo sobre sua vida. Aleluia!

No v.29 lemos: “Então, disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro e acompanha-o”. Agora, as coisas começavam a fazer sentido. A razão de o Espírito Santo ter ordenado a Filipe que deixasse o lugar onde estava para ir a um lugar deserto era porque ali o Espírito Santo tinha alguém que deveria ouvir a Palavra de Deus. Ali havia um escolhido de Deus e que seria sem dúvida alguma um instrumento estratégico para levar o Evangelho à África.

Aplicação v.26-29: Não questione o que a Palavra de Deus lhe ordenar a fazer ainda que pareça absurdo (e pode ter certeza de que muita coisa lhe parecerá absurda!). Aos poucos Deus lhe mostrará os Seus propósitos e tudo começará a lhe fazer sentido.

Uma vida guiada pelo Espírito Santo também demonstra:

2)     Conhecimento da Escritura Sagrada, v.30-35

Tenho ouvido com certa frequência crentes e até pastores dizerem que estão num nível de intimidade tão grande com o Espírito Santo que não mais precisam ler e estudar a Bíblia porque o Espírito Santo lhes fala diretamente ao coração. Tal atitude beira à ignorância e à soberba.

O Espírito Santo nunca operará num coração sem a Sua espada que é a Palavra de Deus. Por isso, um profundo conhecimento da Escritura é necessário ao crente para o seu crescimento e para ajudar os outros a conhecerem a Cristo.

Exposição v.30,31: Assim lemos: “Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta Isaías e perguntou: Compreendes o que vens lendo? Ele respondeu: Como poderei entender, se alguém não me explicar? E convidou Filipe a subir e a sentar-se junto a ele”. O Etíope vinha lendo em voz alta a Escritura Sagada precisamente em Is 53.7,8. Obviamente ele vinha lendo todo o livro do profeta Isaías. Mas, naquele exato momento ele lia esses dois versículos.

Ele vinha de Jerusalém de um ato de adoração, mas, seu coração ainda não conhecia Aquele que faz toda a Escritura ter sentido: Jesus Cristo.

Talvez até tenha ouvido algo sobre Cristo lá em Jerusalém, mas, saiu de lá sem conhece-Lo e, por isso mesmo foi incapaz de entender que era Dele que este trecho de Isaías dizia.

A pergunta de Filipe foi um tanto quanto indutiva, como que oferecendo-lhe ajuda, e o etíope aceitou. A pergunta que Filipe fez é a pergunta principal da Fé Cristã: “Você compreende a Escritura Sagrada?”. Essa pergunta é importante para a Fé Cristã porque sem a compreensão da Escritura o pecador jamais conhecerá a Deus. Como o próprio Senhor Jesus disse aos saduceus que O provocavam com perguntas equivocadas e irônicas sobre a ressurreição: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt 22.29).

O etíope seguia a uma religião, e era zeloso por ela. Mas, sua alma ainda procurava respostas. As respostas para um coração se encontram somente na Escritura. Contudo, por mais inteligente que uma pessoa possa ser ela precisa sempre da ajuda de outros mais experientes, do conhecimento que outros já adquiriram, e nesse sentido todos nós precisamos de ajuda. O mais proeminente dos teólogos tem de se assentar aos pés de outros teólogos para aprender. Temos muito o que aprender com esse etíope. Devemos ser humildes e buscar ajuda dos mais experientes quando nos faltar capacidade de entender a Escritura. Mas, neste processo nunca podemos nos esquecer que quem realmente abre o nosso entendimento e nos faz crer na Escritura é o Espírito Santo.

Aplicação v.30,31: Você é humilde? Quando está diante de um texto bíblico de difícil compreensão qual é a sua atitude? Fecha a Bíblia e a ignora ou admite sua incapacidade de entender para logo sair buscando ajuda? E quando alguém está com dificuldades de entender um texto bíblico você se empenha em ajudar essa pessoa a entender? Você se preocupa e se incomoda com o fato de alguém não estar conseguindo entender a Palavra de Deus? Um coração guiado pelo Espírito Santo estará sempre atento àqueles que estão sedentos da Palavra de Deus.

Exposição v.32,33: “Ora, a passagem da Escritura que estava lendo era esta: Foi levado como ovelha ao matadouro; e, como um cordeiro mudo perante seu tosquiador, assim ele não abriu a boca. Na sua humilhação, lhe negaram justiça; quem lhe poderá descrever a geração? Porque da terra a sua vida é tirada”. Uma vida guiada pelo Espírito Santo estará sempre no lugar certo, na hora certa fazendo o que é certo. Não existem coincidências para os que são guiados pelo Espírito Santo! Se o etíope estivesse lendo qualquer outra parte do livro de Isaías com certeza o Espírito Santo aplicaria ao seu coração as verdades da Escritura porque aquele dia era o dia da salvação daquele etíope. Nada seguraria a vontade de Deus de salvá-lo. Contudo, a salvação está em Cristo Jesus, e por isso mesmo o Espírito Santo direcionou tudo para que naquele exato momento a passagem bíblica que deveria ser estar sendo lido fosse Is 53.7,8.

Essa passagem apresenta a Cristo de forma singular. O Senhor Jesus comportou-Se diante de Seus algozes como uma ovelha, um cordeiro mudo perante um tosquiador; diante do sofrimento Ele não reclamou e nem murmurou. Ele foi terrivelmente humilhado e sofreu terrível injustiça desde as acusações e julgamento até à condenação na cruz.

Porque coisas ruins acontecem a pessoas boas? R.C. Sproul responde a essa pergunta da seguinte forma: “Porque coisas ruins acontecem a pessoas boas? Isso só aconteceu uma vez, e, ainda assim, a pessoa foi voluntária”, ou seja, o único homem verdadeiramente bom que existiu foi Jesus Cristo. Assim sendo, as coisas ruins que nos acontecem não acontecem a pessoas boas, porque nós somos maus. O único homem bom foi Jesus e mesmo assim, tudo o que Ele sofreu foi porque Ele Se entregou voluntariamente como Ele mesmo disse sobre a Sua vida: “Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (Jo 10.18). Assim sendo, tudo o que Ele sofreu na cruz foi injusto. Ele não merecia sofrer o que sofreu.

Aplicação v.32,33: Se você for guiado pelo Espírito Santo sempre estará no lugar certo, na hora certa, fazendo a coisa certa, ou seja, sempre estará fazendo a vontade de Deus. Assim como Filipe que estava junto ao etíope; assim como Jesus lá na cruz fizeram a vontade de Deus porque estavam aonde Deus os queria. Você ora a Deus para saber a vontade Dele para o futuro, mas, que no presente não se importa em fazer as coisas como Deus quer que você faça? A vontade de Deus tem de ser feita no presente momento, porque este é o único que de fato você tem. O passado já era; o futuro ainda não existe. No presente momento você tem feito a vontade de Deus?

Exposição v.34,35: “Então, o eunuco disse a Filipe: Peço-te me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro? Então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus”. Pelo fato de Isaías não apresentar nome algum, o etíope não sabia de quem se tratava. Percebendo que Filipe poderia ajuda-lo pediu-lhe ajuda. A Bíblia diz que Filipe explicou detalhadamente partindo deste texto e passando por muitos outros, e assim, “…anunciou-lhe a Jesus”.

Este é um ponto muito importante na pregação do Evangelho, a saber, Jesus é o centro da Escritura. É impossível entendermos a Escritura Sagrada sem a pessoa de Cristo. É impossível entendermos o sistema sacrifical do Antigo Testamento sem a pessoa de Jesus. É impossível entendermos as aspirações de Israel no Antigo Testamento sem a pessoa do Messias que é Jesus. É impossível entendermos o Evangelho sem Jesus porque Jesus é o Evangelho. É impossível entendermos as doutrinas dos apóstolos sem Jesus Cristo porque Ele é o Fundamento dos apóstolos. É impossível entendermos as profecias do Apocalipse sem vermos Jesus Cristo assentado no trono celestial governando a História. É impossível proclamarmos o verdadeiro Evangelho se Cristo não for o alvo, o centro da nossa pregação.

A julgar pela decisão do etíope de se batizar, com toda certeza Filipe lhe falou sobre a necessidade do batismo significando a lavagem do pecado, e que o batismo é sinal e selo de pertencimento ao povo de Deus.

Aplicação v.34,35: Quando você prega o Evangelho você tem se preocupado em apresentar Jesus Cristo às pessoas ou você quer mostrar o seu próprio conhecimento? Quando você prega o Evangelho você o faz com a Bíblia e na Bíblia, ou você busca argumentos humanos? Você só pregará o verdadeiro Evangelho se Cristo for anunciado tal como é revelado nas Escrituras Sagradas. Para isso você precisa ser um profundo conhecedor da Palavra.

Por fim, uma vida guiada pelo Espírito Santo demonstra:

3)     Compromisso com Cristo, v.36-40

A Fé Cristã exige compromisso. Ser um crente em Cristo Jesus implica em obedecê-Lo. Vemos esse compromisso na obediência de Filipe e na disposição do etíope de se batizar.

Exposição v.36-38: “Seguindo eles caminho fora, chegando a certo lugar onde havia água, disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? [Filipe respondeu: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] Então mandou parar o carro, ambos desceram à água, e Filipe batizou o eunuco”. Não nos deteremos aqui na questão da forma do batismo. Apenas ressaltamos que este era conhecida como “o caminho do deserto”, e que o problema não era encontrar um lugar com água suficiente para imergir uma pessoa, mas, sim, encontrar um lugar com água (embora ali exista um pequeno riacho chamado Wadi el Hashi). A expressão “ambos desceram à água”, também não indica a forma do batismo, mas, somente o lugar (se era necessário água para o batismo eles tinham de ir até onde havia água!). O que realmente importa aqui é o batismo.

Embora Lucas não nos informe quanto tempo Filipe esteve com o etíope ensinando-lhe a Palavra de Deus, o fato dele ter começado com aquela passagem e apresentado o Senhor Jesus a ele (usando somente o Antigo Testamento) e a confissão de fé feita pelo etíope, não nos resta dúvida que foi um bom tempo de conversa. O etíope depois de compreender as verdades da Escritura Sagrada que Filipe lhe mostrara, concluiu que era necessário ser batizado, e, naquele momento, novamente pela providência divina eles se encontravam próximo a um lugar com água no caminho do deserto. Sempre que alguém se dispõe a assumir um compromisso de vida com Cristo, o Espírito Santo providenciará os meios necessários mesmo que a pessoa se encontre num deserto!

Filipe respondeu-lhe que era correto o pensamento dele, afinal, o que era mais necessário do que a água para o batismo era o selo do Espírito Santo no coração do etíope, o que estava evidente pela sua confissão de fé: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus”.

O fato de um diácono ter realizado o batismo que hoje é restrito somente aos ministros do Evangelho (como é o caso das denominações históricas) devem ser levado em consideração os seguintes fatores: (1) até então não havia nenhuma restrição aos diáconos batizarem. Com o desenrolar da história da Igreja Cristã vemos que tornou-se necessário impor essas restrições para manter a seriedade do sacramento que estava sofrendo degradação. (2) os discípulos de Cristo estavam cumprindo cabalmente Sua ordem em Mt 28.19,20. Batizar os novos discípulos era algo concomitante à pregação do Evangelho. (3) Filipe era o representante da liderança da Igreja naquele momento. Como não havia nenhum outro líder da Igreja ali e a situação demandava uma resposta imediata, Filipe o batizou.

Devemos imitar Filipe no que diz respeito à pregação da Palavra de Deus. Ele explicou de tal forma a Palavra de Deus que a confissão de fé do etíope brotou em seus lábios como que naturalmente (é claro que foi a ação sobrenatural do Espírito Santo no seu coração que o levou à conversão a Cristo). Têm-nos faltado e muito esse empenho e dedicação. A correria do nosso dia a dia nos faz superficiais em nossos relacionamentos, nos deixa ocupados demais para separarmos um tempo do nosso tempo para dedicarmos à evangelização e ao discipulado de uma pessoa. Não podemos nos esquecer que uma vida guiada pelo Espírito Santo sempre estará atenta às oportunidades que o Espírito proporcionará.

Aplicação v.36-38: Quando você prega o Evangelho é possível ver esse mesmo empenho de sua parte em expor com profundidade e intensidade a Palavra de Deus apresentando de forma inequívoca o Senhor Jesus Cristo às pessoas? Entregue o seu tempo ao Espírito e deixe que Ele lhe mostre o que deve ser feito e como deve ser feito no tempo que Ele quiser que seja feito.

 

Exposição v.39-40: “Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, não o vendo mais o eunuco; e este foi seguindo o seu caminho, cheio de júbilo. Mas Filipe veio a achar-se em Azoto; e, passando além, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesareia”. Não sabemos exatamente como foi que isso se deu. Fato é que o Espírito do Senhor arrebatou Filipe, ou seja, arrancou-o dali de forma tão abrupta que o etíope não o viu mais.

O regozijo do etíope não foi somente por ter presenciado um milagre ali na vida de Filipe, mas, sim, por ter visto um milagre na sua própria vida, pois, agora como nova criatura em Cristo Jesus ele seguia o seu destino “cheio de júbilo”. O fato de termos sido transformados em novas criaturas por Cristo Jesus deve ser causa de grande regozijo em nosso coração. É lamentável ver tantos crentes que de tanto pecarem por meio da murmuração, seus corações já não se regozijam mais com a nova vida em Cristo.

“Mas Filipe veio a achar-se em Azoto”. Com um mapa em mãos você poderá perceber que Filipe foi parar na região litorânea da Palestina no povoado de Azoto fazendo com que a Igreja Cristã continuasse se expandindo por toda a Palestina. Dali ele foi para Cesareia onde segundo relatos posteriores ele fixou residência. Mais tarde Paulo ficou em sua casa em Cesareia (cf. At 21.8,9).

Aplicação v.39,40: Uma vida guiada pelo Espírito Santo sempre estará onde Ele a quiser levar. Você tem essa convicção em seu coração em relação ao seu trabalho, à Igreja da qual você é membro, das escolhas que você tem feito para sua vida? Aquele que é guiado pelo Espírito Santo terá sempre em mente que o seu principal objetivo na vida é fazer aquilo que o Espírito Santo quer e não a sua própria vontade.

Conclusão

Uma palavra que não cabe nessa história e nem na vida de qualquer outro servo de Deus é “coincidência”. O crente não vive em coincidência, mas, sim, na providência de Deus que o leva aonde Ele quiser levar.

Outra palavra que ressaltamos aqui é a “misericórdia” de Deus em providenciar todos os recursos necessários para salvar um eleito Dele. Aquele dia era o dia da salvação do eunuco etíope, e Deus Se revelou a ele através das Escrituras que foram explicadas por Filipe que para lá foi mandado por Deus. Quando Deus quer salvar um pecador Ele toma todas as providências necessárias e remove todos os obstáculos

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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