A Soberana Vontade de Deus – 20ª Mensagem

O Progresso da Conversão

At 9.10-31

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A conversão a Cristo traz consigo provas indeléveis e explícitas. A transformação profunda que Deus faz no coração do pecador é incontestável e notória em todos os sentidos. Quando vimos sobre a conversão de Saulo vimos o processo da conversão. Hoje quero meditar com os irmãos sobre O progresso da conversão.

Falando aos filipenses, Paulo exortou-os a que desenvolvessem a salvação deles “com temor e tremor” (Fp 2.12). Mais a diante, em Fp 3.12 ele disse que embora não fosse ainda perfeito, ele prosseguia rumo à perfeição de Cristo para a qual ele fora conquistado por Cristo. O mesmo nos diz o apóstolo Pedro que nos exortou a que continuássemos crescendo “na graça e no conhecimento de Cristo Jesus” (2Pe 3.18). E muitas outras passagens bíblicas poderiam ser mencionadas aqui as quais trazem consigo essa ideia de progresso na vida cristã.

Ao olharmos para o nosso texto básico vemos que o progresso da conversão é algo que pode e deve ser confirmado constantemente em nossa vida. Aliás, o próprio progresso da conversão é por si só uma comprovação de que houve uma conversão verdadeira. Se não estiver havendo esse progresso na pessoa que se diz convertida há uma grande possibilidade de nem mesmo ter havido uma conversão verdadeira.

O progresso da conversão é confirmado:

1)     Pela ação de Deus no coração dos crentes, v.10-19

 

Em Rm 8.14 e 16 Paulo mesmo nos diz que é o Espírito Santo quem guia e confirma no coração dos filhos de Deus que eles são de fato filhos de Deus.

Exposição v.10-19: O v.10 diz que: Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Não sabemos ao certo como foi essa visão que Ananias teve. Ele é descrito como um judeu piedoso convertido a Cristo, e que ao ser chamado por Cristo respondeu: “Eis-me aqui, Senhor”, ou seja, ele se colocou à disposição de Cristo.

Nos v.11,12 a ordem de Cristo foi clara: “Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando  12 e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista”. Ananias deveria ir imediatamente até à casa de Judas que ficava na rua Direita, a qual existe ainda em nossos dias. É impressionante aqui a clareza das palavras de Cristo. Ananias deveria ir a um lugar cujo endereço ficou bem claro, para falar com um homem cujo nome também foi dito com clareza: “Saulo, apelidado de Tarso”, e que “está orando”. Mas, algo ainda mais impressionante é que o Senhor Jesus revelou até o que se passava na mente de Saulo, pois, ele “viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista”. Cristo revelou para Ananias a visão que ele dera a Saulo. Por essa razão o coração de Ananias se encheu de temor, pois, sabia ele que este tal Saulo de Tarso era o grande inimigo da Igreja. Não tinha como ele errar a pessoa.

A reação de Ananias é descrita nos v.13,14:13 Ananias, porém, respondeu: Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém;  14 e para aqui trouxe autorização dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome”. A reputação de Saulo o precedia. Duas coisas chamam a atenção aqui: (1) Ananias não estava levando em consideração o fato de que Cristo pessoalmente lhe dava aquela ordem. Quando Cristo nos ordena alguma coisa não devemos objetar, mas, sim, obedecer. É fato que em toda a Bíblia encontramos servos de Deus fazendo objeções parecidas diante de uma ordem de Deus. Com quanta frequência não fazemos nós o mesmo apesar de termos tantos relatos bíblicos?! (2) A paciência de Cristo com a fraqueza Seus servos. Cristo não repreendeu severamente o medo de Ananias, “Mas o Senhor lhe disse: Vai, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel; pois lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (v.15,16). Nessas palavras do Senhor Jesus encontramos três verdades sobre o futuro de Saulo: (1) ele seria transformado num instrumento escolhido por Deus; (2) ele levaria o Evangelho tanto a judeus quanto a gentios, e (3) descobriria o quanto haveria de sofrer pelo Nome Daquele por quem ele antes fizera muitos sofrerem. E a história nos mostra como tudo isso aconteceu na vida de Saulo após sua conversão.

Diante dessas palavras, confiado de que o próprio Senhor Jesus lhe preparara o caminho: “Então, Ananias foi e, entrando na casa, impôs sobre ele as mãos, dizendo: Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo. 18 Imediatamente, lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e tornou a ver. A seguir, levantou-se e foi batizado.  19 E, depois de ter-se alimentado, sentiu-se fortalecido. Então, permaneceu em Damasco alguns dias com os discípulos”. Em At 22.14-16 Paulo nos dá alguns detalhes que não aparecem aqui. Em tempo estudaremos aquela passagem. Por enquanto, ressaltamos que Ananias obedeceu a Cristo, e, chegando na casa de Judas encontrou Saulo tal qual Cristo o descrevera naquela visão a Ananias. Explicou a Saulo o que ele estava fazendo ali, contudo, Saulo já havia recebido tal confirmação em seu coração. Assim Cristo não deixou dúvida alguma da obra que Ele estava realizando na vida de Saulo.

Outro fato importante aqui é que Cristo usou um discípulo e não um apóstolo para efetuar uma cura, recebimento do Espírito Santo e o batismo. Quando Ananias impôs as mãos sobre Saulo, de seus olhos caiu algo como escamas e ele recuperou a visão. Em seguida, levantou-se e foi batizado. É sabido que o rio Abana passa ao lado da Rua Direita, e possivelmente, Saulo foi batizado neste rio. Não temos os detalhes do batismo, até mesmo porque o foco que Lucas dá ao texto é nas questões espirituais e não nas materiais ou físicas, por isso mesmo Saulo só se alimentou depois ter realizado todas essas coisas pertinentes à vida espiritual.

Aplicação v.10-19: Cristo confirmou no coração de Ananias e de Saulo a obra que Ele estava realizando em Saulo. Não deixou dúvida alguma do que Ele estava fazendo. O mesmo

Ele faz no coração de todos os outros filhos Dele, e ainda confirma em outros corações para que estes sirvam de testemunho da Sua graça. Em sua vida pode ser vista essa confirmação? As pessoas conseguem ver um progresso em sua conversão?

Outra forma pela qual o progresso da conversão pode ser confirmado é

2)     Pela disposição em servir a Deus, v.20-25

 

Todo convertido também recebe de Deus um ministério (serviço) o qual ele deve desempenhar. Saulo recebeu a incumbência de levar o Nome de Cristo aos gentios e reis bem como aos filhos de Israel. Saulo foi chamado para ser um pregador do Evangelho. E foi isso que ele fez.

Exposição v.20-25: nos v.20,21 lemos: “E logo pregava, nas sinagogas, a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus. 21 Ora, todos os que o ouviam estavam atônitos e diziam: Não é este o que exterminava em Jerusalém os que invocavam o nome de Jesus e para aqui veio precisamente com o fim de os levar amarrados aos principais sacerdotes?”.

Aquele que prendia, torturava e participava da morte dos que pregavam o Evangelho de Cristo, agora estava nas sinagogas (de onde ele retirava os cristãos) pregando “a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus”. Dessa forma, Saulo apresentava Jesus como Aquele em quem se cumpriram todas as profecias messiânicas do Antigo Testamento.

Por essa razão as pessoas ficaram atônitas e confusas ao verem que Saulo pregava justamente a mensagem e o Nome pregado por aqueles a quem ele perseguia havia bem pouco tempo. Eles diziam: “Não é este o que exterminava em Jerusalém os que invocavam o nome de Jesus e para aqui veio precisamente com o fim de os levar amarrados aos principais sacerdotes?”. Aquele que antes tinha como objetivo destruir e exterminar a Igreja de Cristo, agora trabalhava para edifica-la.

No v.22 lemos que “Saulo, porém, mais e mais se fortalecia e confundia os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo”. O fortalecimento de Saulo aqui era muito mais do que fisicamente falando. Tratava-se da sua habilidade em provar pelas Escrituras Sagradas que Jesus é o Messias. Tal coisa trazia ainda mais confusão aos judeus de Damasco.

Nos v.23-25 ficamos sabendo de uma trama para matar Saulo: “Decorridos muitos dias, os judeus deliberaram entre si tirar-lhe a vida;  24 porém o plano deles chegou ao conhecimento de Saulo. Dia e noite guardavam também as portas, para o matarem.  25 Mas os seus discípulos tomaram-no de noite e, colocando-o num cesto, desceram-no pela muralha”.   A cronologia aqui não é oferecida em detalhes. Sabemos pelo relato de Paulo em Gl 1 e 2 que após sua conversão ele se retirou para o deserto da Arábia e ali permaneceu por três anos durante os quais recebeu diretamente do Senhor Jesus a revelação de toda a doutrina do Evangelho. Em seguida foi para Jerusalém e encontrou-se que Pedro e Tiago (cf. Gl 1.18-20) pelo tempo de quinze dias, retornando para as regiões da Síria e Cilícia (Gl 1.21). Ao dizer que “Decorridos muitos dias”, com muita probabilidade Lucas estava se referindo a estes três anos de confinamento no deserto da Arábia. O que importa aqui é que não tardou para que se cumprisse na vida de Saulo o que Cristo disse a Ananias, a saber, que Saulo saberia o quanto importava sofrer por causa do Nome de Cristo. Os inimigos “Dia e noite guardavam também as portas, para o matarem”. Saulo agora experimentava do mesmo ódio que trouxera em seu coração pelos cristãos.

Com a ajuda de irmãos, que aqui são identificados como “seus discípulos”, o que nos faz pensar que o relato aqui deste texto abrange alguns anos e não alguns dias apenas, Saulo consegue fugir sendo descido dentro de um cesto. Fugindo de Damasco, ele foi para Jerusalém.

Saulo mostrou o quanto havia progredido em sua conversão a Cristo dispondo-se a obedecê-Lo na realização do ministério da pregação do Evangelho. Em tão pouco tempo já havia experimentado as dificuldades e sofrimentos do ministério, porém, a sua alegria e satisfação em Cristo o movia o tempo todo.

Aplicação v.20-25: Alguém que se diz convertido a Cristo tem de desenvolver o ministério que Deus lhe deu. Quando falo de ministério não me refiro somente ao ofício pastoral, mas, sim, a toda e qualquer atividade que coopera na pregação do Evangelho. Assim sendo, todos os convertidos têm um ministério (serviço) no qual devem empregar seus dons e talentos para a causa de Cristo. Eu lhe pergunto: você tem empregado todos os dons e talentos que Deus lhe concedeu para executar a pregação do Evangelho? Você tem se dedicado a cumprir o ministério que Deus lhe concedeu apesar das dificuldades e contratempos?

Outra forma de confirmação da conversão é

3)     Pelo empenho na comunhão com a Igreja, v.26-28

Uma temática sempre presente não só no livro de Atos, mas em toda a Escritura Sagrada é a comunhão com o povo de Deus. Quem faz parte do povo de Deus faz parte do povo de Deus! Isso mesmo. Quem foi convertido a Cristo passou a fazer parte da Família de Deus, e quem passou a fazer parte da Família de Deus tem prazer e se empenha em estar sempre em comunhão com a Família de Deus ainda que possa haver dificuldades de relacionamento. Em havendo essas dificuldades, o crente luta por desfazê-las.

Exposição v.26-28: No v.26 lemos que: Tendo chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos; todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo”. Imagine a cena: os irmãos reunidos louvando a Deus, orando e lendo as Escrituras. De repente, entra pelas portas aquele cuja fama era de um perseguidor implacável dos cristãos de quem agora se dizia haver convertido a Cristo. Será que não se tratava de uma estratégia para enganar dos cristãos e depois prendê-los? Além de teme-lo, todos não acreditavam em sua conversão.

Neste momento Deus levantou outra pessoa que assim como Ananias foi de fundamental importância para Saulo, a saber, Barnabé: “Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente em nome de Jesus” (v.27). Novamente Barnabé se destaca pelo seu coração cheio de amor. Tratou de levar Saulo aos apóstolos para que lhes contasse tudo o que havia acontecido desde sua conversão. E assim, todo receio caiu por terra.

Saulo então “Estava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, pregando ousadamente em nome do Senhor”. Sua mensagem era Cristo Jesus, a quem ele pregava com muita ousadia. Essa tarefa ele não fazia sozinho, mas, “Estava com eles em Jerusalém”, isto é, com os irmãos. É importante lembrarmos que a ousadia (coragem) era não só uma das principais características dos apóstolos como também um dos principais pedidos que eles faziam a Deus para poderem pregar o Evangelho. É importante destacar aqui a expressão “pregando ousadamente em nome do Senhor”. Ela destaca o fato de que embora Saulo não tenha acompanhado o Senhor Jesus pessoalmente como os demais apóstolos quando Ele esteve neste mundo, Saulo teve um contato pessoal com Cristo no deserto da Arábia onde ele recebeu toda a revelação do Evangelho dos lábios do próprio Senhor Jesus, conforme o relato de Gl 1 e 2 nos mostra.

Aplicação v.26-28: Saulo estava com os irmãos mesmo quando eles não acreditavam em Sua conversão, mesmo quando demonstravam medo pela sua pessoa ele continuou firme em buscar a companhia dos irmãos. Barnabé também nos é um exemplo de alguém que se empenha em manter unidos os irmãos. E você? Tem enfrentado os obstáculos que atrapalham a sua comunhão com os irmãos, ou no menor problema você se isola e se afasta? Tem sido dentro da Igreja um “Barnabé” unindo os irmãos, ou pouco lhe importa que estejam todos unidos?

Por fim, o progresso da conversão é confirmado também

4)     Pelo amadurecimento espiritual, v.29-31

Exposição v.29-31: Os inimigos que se levantaram contra Estêvão, os helenistas (cf. At 6.1,9), e que de certa forma tiveram o apoio de Saulo (cf. At 8.1a), se levantaram também contra Saulo quando este se apresentou como um convertido a Cristo. Estes consideravam Saulo um traidor do Judaísmo (v.29): “Falava e discutia com os helenistas; mas eles procuravam tirar-lhe a vida”. Observe que Saulo deu continuidade ao ministério de Estêvão o qual trabalhara com os judeus de fala grega (helenistas).

Mas, quem vive na comunhão dos irmãos em Cristo desfruta de companheirismo, cuidado e proteção. Assim, nos diz o v.30: “Tendo, porém, isto chegado ao conhecimento dos irmãos, levaram-no até Cesareia e dali o enviaram para Tarso”. A questão aqui é: por que mandaram Saulo para Tarso, sua cidade natal? Muitas hipóteses são levantadas, mas, há uma que Simon Kistemaker levanta que merece a nossa atenção. Aos olhos humanos, até então, Saulo era um fracasso, pois, por onde passava só levantava suspeitas e incitava inimigos. Se observarmos como Lucas encerra essa parte do livro falando sobre o avanço da Igreja por toda a região da Palestina, conforme o v.31: “A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número”, então podemos afirmar que o motivo pelo qual Saulo foi mandado para Tarso foi para que deixasse a “poeira abaixar”, ou seja, que com o tempo todos pudessem ver que Saulo não era mais um perigo para os cristãos. E por esse motivo mesmo a Igreja estava crescendo cheia de temor por Deus e confortada pelo Espírito Santo. “Ele precisava de um período de amadurecimento e reflexão em Tarso a fim de ganhar confiança e aprender a paciência” (cf. S. Kistemaker). Muitos anos depois, Barnabé foi até Tarso convidar Saulo para empreender viagens missionárias plantando igrejas (cf. At 11.25,26).

Aplicação v.29-31: uma palavra que o Novo Testamento usa como sinônima de amadurecimento é “perfeição”. O crente maduro é um crente perfeito, isto é, completo. Saulo tinha no começo, um coração convertido, conhecedor da Lei de Deus e guiado pela revelação de Jesus Cristo. Porém, faltava-lhe a paciência e também conquistar a confiança dos outros. Se olharmos para as cartas que ele escreveu veremos que ele sempre lutou contra a impaciência para com as pessoas e a falta de confiança das pessoas que duvidavam do fato de que ele fora chamado por Cristo para ser um apóstolo. Você demonstra esse amadurecimento em sua vida? Você diz-se convertido, mas, tem lhe faltado maturidade para enfrentar as lutas dessa vida e testemunhar da Graça de Deus em sua vida? Lembre-se que tanto quanto ver você convertido Deus também quer vê-lo crescendo sempre na Sua Graça.

 

Conclusão

Voltando ainda a nossa atenção para o v.31 destacamos que a Igreja cresce numérica e espiritualmente quando se edifica e caminha no temor de Deus, isto é, segue na Palavra de Deus o que Ele quer para ela, e quando é confortada pelo Espírito Santo. Que à semelhança da Igreja de Atos nossa Igreja também busque essas bênçãos somente em Cristo.

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Teólogo, Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor de Teologia Sistemática, Teologia Contemporânea, Ética e História Bíblica, História e Teologia da Igreja, Educação Cristã e Teologia Sistemática, Sociologia e Ensino Religioso em seminários e escolas na região do Vale do Paraíba, também escreveu lições para a revista de EBD para os adultos da Editora Cristã Evangélica. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou de Direita Conservadora.
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2 Responses to A Soberana Vontade de Deus – 20ª Mensagem

  1. Antonio Oliveira da Costa says:

    Excelente exposição para nosso aprendizado.

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