A Soberana Vontade de Deus – 23ª Mensagem

O Evangelho Rompendo Fronteiras – Parte II

At 10

Os Desafios na Pregação do Evangelho

At 10.23b-48

[audio:http://ubuntuone.com/3J3ZiV7GgKNMvoAJmupUmu]

Nesta segunda mensagem em At 10 vemos três momentos bem definidos: o encontro de Pedro com Cornélio, a pregação do Evangelho a Cornélio através de Pedro, e, o resultado da pregação do Evangelho. Em cada um desses momentos encontramos desafios que todo o crente terá de enfrentar, a exemplo de Pedro. Por isso o tema da mensagem de hoje é: Os desafios na pregação do Evangelho.

Pregar o Evangelho não é tarefa fácil. Como vimos na mensagem anterior, vários pecados podem estar presentes em nosso coração, tais como: preconceito, orgulho, soberba, ou ainda, medo, timidez, preocupação em ser rejeitado pelas pessoas e outros tantos pecados. Como não bastassem essas barreiras ainda temos os inimigos da Cruz de Cristo fomentados e impulsionados por Satanás. Em meio a tudo isso, você precisará ter em mente os seguintes desafios:

1)     Quando Deus mandar, ainda que você não compreenda, obedeça, v.23b-35

             

Aqui temos um dos desafios da vida cristã que diz respeito não somente à pregação do Evangelho, mas a todas as áreas da nossa vida: o desafio da obediência a Deus.

Exposição v.23b-35: Depois de hospedá-los naquele dia: 23b No dia seguinte, levantou-se e partiu com eles; também alguns irmãos dos que habitavam em Jope foram em sua companhia. 24No dia imediato, entrou em Cesareia. Cornélio estava esperando por eles, tendo reunido seus parentes e amigos íntimos.  25Aconteceu que, indo Pedro a entrar, lhe saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos pés, o adorou.  26Mas Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem.  27Falando com ele, entrou, encontrando muitos reunidos ali,  28a quem se dirigiu, dizendo: Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo;  29por isso, uma vez chamado, vim sem vacilar. Pergunto, pois: por que razão me mandastes chamar?”.

No v.29 Pedro revela que apesar de ter entendido a visão que Deus lhe dera em Jope, ainda não sabia a razão e o motivo pelo qual Deus o queria ali em Cesareia. Mesmo assim Pedro obedeceu a Deus.

Levou consigo “alguns irmãos dos que habitavam em Jope”, que conforme At 11.12 eram seis irmãos, e isso para servirem de testemunhas e relatarem o que aconteceria naquela visita a um gentio, já que para um judeu era proibido estar com gentios (cf. v.28).

Chegando a Cesareia no dia seguinte (v.24), a Escritura diz que “Cornélio estava esperando por eles, tendo reunido seus parentes e amigos íntimos”. Cornélio não sabia o que Pedro haveria de lhe dizer, mas, sabia que era algo da vontade de Deus, e, por isso mesmo, tratou de reunir seus parentes e amigos íntimos. Contudo, quando Pedro entrou em sua casa, Cornélio teve um gesto ao qual Pedro reprovou: “saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos pés, o adorou” (v.25). A reação de Pedro a este gesto é uma lição para todos nós que sempre estamos às voltas roubando a glória de Deus. Diz-nos as Escrituras que: “Mas Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem” (v.26). Cornélio como um militar que era não conhecia outro meio de honrar alguém além dessa forma. Além disso, ele entendera que a pessoa a quem o anjo se referira naquela visão era merecedora do mais alto respeito. Pedro, porém, lhe mostrou que tal atitude não era correta, pois, ele não passava de um mero mortal como Cornélio, e que toda a adoração deve ser dada somente a Deus (Êx 20.3,4).

Depois de recepcionado por Cornélio, Pedro entrou na casa “encontrando muitos reunidos ali” (v.27) a quem ele se dirigiu de forma que nos parece um tanto quanto rude: “Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça”. O que ele estava dizendo aqui é que ele estava colocando sua pele em perigo, pois, os judeus eram rigorosíssimos com seus rituais de purificação, os quais incluíam nenhum contato com os gentios. Contudo, algo fez toda a diferença para que Pedro quebrasse essas normas judaicas. Ele disse: “mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo; 29por isso, uma vez chamado, vim sem vacilar” (v.28b,29a). Aquela visão que Pedro tivera em Jope fez todo sentido para ele. Deus deu-lhe entendimento da mesma e por isso mesmo estava ali.

Como já observamos, Pedro entendera a visão que tivera em Jope, mas, ele ainda não sabia a razão de ter sido chamado à Cesareia. Mesmo assim foi a Cesareia sem vacilar.

Cornélio relatou tudo novamente a Pedro. Antes, ele ouvira da boca dos servos de Cornélio, e, agora, dele próprio: 30Respondeu-lhe Cornélio: Faz, hoje, quatro dias que, por volta desta hora, estava eu observando em minha casa a hora nona de oração, e eis que se apresentou diante de mim um varão de vestes resplandecentes  31 e disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas, lembradas na presença de Deus.  32 Manda, pois, alguém a Jope a chamar Simão, por sobrenome Pedro; acha-se este hospedado em casa de Simão, curtidor, à beira-mar.  33 Portanto, sem demora, mandei chamar-te, e fizeste bem em vir. Agora, pois, estamos todos aqui, na presença de Deus, prontos para ouvir tudo o que te foi ordenado da parte do Senhor”. Algumas coisas em Cornélio nos chamam a atenção: sua pronta obediência diante da ordem do anjo, bem como sua satisfação em receber Pedro em sua casa, seu empenho em reunir aquele grupo de pessoas para juntos ouvirem o que Pedro tinha a dizer, e, acima de tudo sua convicção de estar “na presença de Deus, prontos para ouvir tudo o que te foi ordenado da parte do Senhor”.

Diante desse público divinamente preparado (v.34,35):34Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas;  35pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável”. Deus tem em Sua Igreja pessoas de todas as nações. Mas, uma questão merece nossa atenção aqui. Ao afirmar que “em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável”, Pedro não estava ensinando a salvação pelos méritos de Cornélio ou de quem quer que seja, a não ser pelos méritos de Cristo. Se Cornélio tivesse sido aceito por Deus mediante suas obras, porque razão então Deus teria mandado Pedro ali pregar-lhe o Evangelho? Porém, qual o sentido dessa afirmação de Pedro? O que ele quis mostrar é que alguém que vive com temor a Deus demonstrando desejar sempre algo mais de Deus recebe Sua bênção.

Aplicação v.23b-35: Muitas vezes aquilo que Deus lhe mandar fazer não fará sentido. Por que manter-se virgem até o casamento? Por que pagar impostos se o Governo é tão corrupto? Por que ficar atrelado ao compromisso do casamento se você pode ter quantos relacionamentos quiser? Por que você deve pregar o Evangelho a alguém que se mostra réprobo e tão pecador? São algumas das muitas coisas que não fazem sentido, contudo, são a vontade de Deus para os Seus filhos. Por isso, quando Deus mandar você fazer algo, obedeça ainda que não lhe faça sentido algum. Ele, no tempo certo lhe mostrará o que Ele quer para sua vida. Tão somente, obedeça a Deus.

Outro desafio é:

2)     Quando pregar o Evangelho, apresente o Cristo das Escrituras, v.36-43

 

Voltamos a um assunto que é recorrente em Atos: a pregação do Evangelho. E o desafio que deve ser observado aqui é o da pregação Cristocêntrica, ou seja, apresentar a pessoa de Cristo tal como Ele é revelado nas Escrituras.

Exposição v.36-43:36Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos. 37Vós conheceis a palavra que se divulgou por toda a Judéia, tendo começado desde a Galiléia, depois do batismo que João pregou,  38como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele;  39e nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro.  40A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto,  41não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos;  42e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos.  43Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados”.

Pedro começa a sua pregação de forma diretiva: “Está e a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz por meio de Jesus Cristo” (v.36). Sim, o Evangelho é a mensagem da paz que Deus estabeleceu com os pecadores (Rm 5.1; Ef 6.15). Fora anunciado primeiramente aos filhos de Israel, isto é, aos judeus, mas, agora estava alcançando oficialmente, aos gentios. A casa de Cornélio era a “porta de entrada” para o Evangelho às nações.

              Agora, observe como Pedro apresenta a Jesus Cristo nestes versos:

  • Este é o Senhor de todos (v.36): Jesus é o Senhor tanto dos judeus quanto dos gentios. Não havia nada mais que pudesse separar os filhos de Deus espalhados pelas nações.
  • Ele é o Ungido de Deus (v.37,38): a mensagem que percorreu toda a Judeia começando lá na Galileia onde Jesus cresceu era de que “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” (v.38). Pedro apresenta o Evangelho em ordem cronológica começando com o nascimento de Jesus, Seu batismo pelas mãos de João, Seu ministério marcado pelo amor e misericórdia por aqueles que se achavam enfermos e os curava, bem como libertava dos grilhões satânicos aqueles que se achavam oprimidos e possuídos por Satanás. Onde quer que Ele chegasse Ele reclamava o Seu direto divino sobre os Seus filhos que estavam nas garras de Satanás. E tudo isso porque Ele é o Senhor de todos!
  • Ele é o Cordeiro de Deus (v.39). Ainda que essas palavras não apareçam explicitamente aqui é possível inferi-las daqui. Ele foi sacrificado por mãos iníquas (cf. At 2.23), mas, tudo isso estava nos eternos desígnios de Deus para poder assim salvar os Seus filhos.
  • Ele é o Deus glorioso e ressurreto (v.40,41): Deus ressuscitou a Jesus. Ele morreu de fato, mas, foi ressuscitado por Deus o que mostra assim que Ele (o Pai) aceitou o sacrifício de Cristo por nós. Este fato foi comprovado por várias testemunhas, e Pedro faz questão de mostrar-lhes que ele próprio foi uma dessas testemunhas, portanto, o que ele estava lhes dizendo era a verdade. Não se tratava de uma miragem ou uma visão. Cristo havia ressuscitado de fato, tanto é que Ele comeu e bebeu com eles depois de Sua ressurreição.
  • Ele é o Juiz de vivos e de mortos (v.42): Deus O constituiu Juiz de vivos e de mortos, e com isso a mensagem do Evangelho aponta para o Dia do Juízo em que o próprio Senhor Jesus Cristo julgará a todos. E era essa a mensagem que os apóstolos deveriam pregar; é esta a mensagem que nós devemos pregar. Precisamos lembrar as pessoas do Juízo Final.
  • Ele é o Resgatador prometido (v.43): Desde os tempos do Antigo Testamento, o povo de Deus esperava pelo Messias que haveria de redimir o Seu povo dos seus pecados. Todos os profetas confirmaram essa promessa.

 

Aplicação v.30-35: Não há pregação do verdadeiro Evangelho se Cristo não for apresentado tal como as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento O revelam. Se você quiser conhecer a Cristo é preciso recorrer às Escrituras; se você quiser que Cristo seja conhecido de fato pelas pessoas você precisa abrir as Escrituras e apresenta-Lo a partir delas. Note que Pedro e os demais apóstolos sempre fizeram assim. Um Cristo fora das Escrituras é o próprio Anticristo.

O terceiro desafio que encontramos neste texto é:

 

3)     Quando pessoas se converterem, leve-as a se comprometerem com Cristo, v.44-48

Verdadeira conversão a Cristo leva a um compromisso público com Ele. Este é o desafio da permanência. Somente aquele que recebeu a Cristo como Salvador e foi selado com o Espírito Santo permanece firme na fé até o fim.

Exposição v.44-48:44Ainda Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra.  45E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo;  46pois os ouviam falando em línguas e engrandecendo a Deus. Então, perguntou Pedro:  47Porventura, pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo?  48E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então, lhe pediram que permanecesse com eles por alguns dias” (v.44-48). O Espírito Santo age como Ele bem quer. No dia do Pentecostes, os discípulos estavam em oração; aqui, eles estavam ouvindo a pregação do Evangelho e o Espírito interrompeu a pregação e caiu sobre eles (v.44). Tal fato foi confirmado por aqueles irmãos da cidade de Jope que acompanharam a Pedro, e eles “admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo” (v.45).

A questão aqui dos gentios estarem “falando em línguas” merece atenção. O que Lucas está mostrando aqui, e o que Pedro usou como argumento para convencer os irmãos judeus de que também o Espírito Santo descera sobre os gentios era o fato de que o mesmo que aconteceu no dia de Pentecostes acontecera com os gentios, a saber, ao cair sobre eles, o Espírito Santo lhes concedeu que falacem “em línguas”. Não temos como precisar se essas línguas eram outros idiomas como em At 2 no dia de Pentecostes, ou se eram sons provenientes de um êxtase. A única coisa que podemos afirmar sobre o dom de línguas é que ele não é uma regra para todos quantos recebem o Espírito Santo. Em Atos, este dom sempre aparece relacionado à pregação do Evangelho às nações, ou seja, é um sinal de que o Evangelho não ficaria restrito somente aos judeus, mas, romperia as fronteiras indo à nações. Não há motivo maior de louvor a Deus do que vermos nosso coração sendo alcançado pela Graça de Cristo. Por esta razão eles estavam “engrandecendo a Deus”. Nos v.46b e 47 lemos que: “Então, perguntou Pedro:  47Porventura, pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo?  48E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo”. Não havia motivo algum para alguém impedir que eles fossem batizados com água. A água é apenas um símbolo. Assim como o Espírito Santo caiu sobre eles, da mesma a forma a água é derramada sobre a pessoa. Este é o significado do batismo por aspersão.

Porém o que importa aqui é a ênfase dada ao Nome de Jesus Cristo. Pedro ordenou (como nos dá a entender o texto grego) aos seis irmãos de Jope que com ele estavam a que batizassem todos os que ali estavam e receberam o Espírito Santo como selo da salvação em Cristo. A água do batismo simbolizava o Espírito Santo que foi recebido de fato, que por sua vez confirmava a salvação em Cristo.

Assim, Pedro levou-os a assumirem um compromisso público com Cristo por meio do batismo. Note que o batismo fora desse contexto é um ritual sem qualquer importância e sentido. Contudo, quando devidamente administrado dentro desse contexto de fé é um compromisso muito importante e sério do qual nenhum crente deve fugir.

O pedido deles a Pedro demonstra que eles se comprometeram com Cristo: “Então, lhe pediram que permanecesse com eles por alguns dias”. Seus corações estavam ávidos por respostas e Pedro se dispôs a orientá-los. Pessoas comprometidas com Cristo querem mais de Cristo e precisam ser auxiliadas neste processo.

Aplicação v.44-48: Ao pregar o Evangelho a uma pessoa e esta se converter a Cristo mostre-lhe que a vida cristã é um chamado à permanência em Cristo. Aqueles que não permanecem em Cristo demonstram que nunca foram salvos e que ainda permanecem em seus pecados. Diga-lhe que para permanecer firme em Cristo, Deus lhe deu o Espírito Santo como seu penhor e é a presença do Espírito Santo em seu coração que o encherá de alegria e júbilo. Mostre-lhe que uma vida comprometida com Cristo mostrará esse compromisso publicamente e uma dessas demonstrações se dá através do batismo e união ao povo de Deus.

Conclusão

A pregação do Evangelho traz muitos desafios não só para quem recebe o Evangelho como para quem prega. Não existe vida com mais desafios do que a vida cristã. Se há uma coisa que não condiz com a vida cristã é a monotonia.

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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