A Soberana Vontade de Deus – 33ª Mensagem

A Segunda Viagem Missionária

A Intervenção Divina

At 16.11-40

              Uma das doutrinas bíblicas que mais alento traz ao nosso coração é a dos Eternos Decretos de Deus. Essa doutrina nos mostra que tudo foi estabelecido por Deus. Sob o ponto de vista divino, as coisas não mudam e seguem tal qual Deus as determinou que assim fossem. Mas, sob o ponto de vista humano elas mudam, as circunstâncias mudam, são transformadas, são redirecionadas a todo instante. Ainda que pareça haver contradição nisso não há. O que acontece é que em nossa visão limitada do futuro, estabelecemos uma relação de lógica com o presente, e quando as coisas fogem dessa nossa lógica temos a sensação de que elas mudaram. Exemplificando isso: hoje você saiu de casa com o propósito de vir à Igreja adorar a Deus. Na sua lógica olhando para os momentos de um futuro próximo, dez ou quinze minutos (tempo que você precisa para chegar à Igreja), você traçou uma rota para chegar aqui, imaginou-se encontrando com os irmãos, cultuando a Deus e ouvindo a mensagem. Bem, se você está aqui ouvindo essa mensagem foi porque tudo saiu conforme o que você imaginou. Mas, se de repente, saindo de casa seu carro desse um problema, todo o seu planejamento teria ido por água abaixo, não é mesmo?

              No presente texto vemos justamente isso acontecendo, ou seja, A intervenção Divina, assunto este que será o tema da nossa meditação nesta ocasião.

1)     Deus intervém em nossos planos, v.11-13 e 16

 

Exposição v.11-13 e 16-18:11 Tendo, pois, navegado de Trôade, seguimos em direitura a Samotrácia, no dia seguinte, a Neápolis  12 e dali, a Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito e colônia. Nesta cidade, permanecemos alguns dias.  13 No sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido. 16 Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores”.

              Como vimos na mensagem anterior, o Espírito Santo por duas vezes impediu Paulo e sua equipe de irem para o norte da Ásia Menor pregarem o Evangelho, porque Ele os queria ali na Macedônia, mais precisamente na importante cidade de Filipos, que era uma colônia romana e também a principal cidade do distrito da Macedônia tanto por suas minas de ouro quanto por sua posição militar estratégica  (cf. v.12).

              Estando em Filipos havia alguns dias, eles saíram da cidade “para junto do rio, onde (…) pareceu haver um lugar de oração…”. Este era o plano deles, a saber, passar um tempo em oração às margens do rio Gangites. Mas, Deus mudou-lhes os planos assentando-se falaram “às mulheres que para ali tinham concorrido” (v.13). O momento ali não era de oração, mas, de pregação da Palavra de Deus.

              O mesmo ocorreu em relação à jovem possuída por um espírito adivinhador. No v.16 lemos “Aconteceu que, indo (…) para o lugar de oração, (…) saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores”. A coisa mais importante que Paulo e seus companheiros tinham a fazer era a vontade de Deus. Alguém pode perguntar: “Mas, não é da vontade de Deus que seus filhos orem?”. E a resposta é: “Claro que sim”. Porém, aqui não se tratava de uma oração como a que fazemos em pensamentos mesmo quando estamos trabalhando, mas, sim, de um tempo reservado, quando eles deveriam parar tudo para se dedicarem à oração íntima com Deus tal como o Senhor Jesus sempre fazia tal (Mt 14.23; 26.36,44). O momento ali era de pregar a Palavra de Deus, de ministrar o poder do Nome de Cristo Jesus libertando aquela pobre moça.

              Tal como quando estavam na Ásia Menor o Espírito Santo os impediu de pregarem o Evangelho ali, não devemos supor com isso que Deus não quer que Seus filhos preguem o Evangelho ou que orem, mas, sim, que aprendam a discernir o tempo certo das coisas e que saibam planejar seu tempo sabendo que a qualquer momento Deus pode muda-los conforme a Sua vontade soberana, pois, afinal, é esta que deve estar sempre no coração de Seus filhos.

Aplicação v.11-3 e 16-18: Em Pv 16.1 está escrito: O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR”. Faça planos, trace alvos e objetivos para sua vida, tenha sua agenda sempre em mãos, mas, nunca se esqueça que o dono de seu tempo é Deus, e que cada passo, cada decisão, cada momento tem de ser vivido intensamente dentro da vontade de Deus. Não basta só fazer o que é certo. É importante também que o que é certo seja feito no tempo certo e do jeito certo.

 

2)     Deus intervém em nossas aflições, v.17-26 e 35-40

 

Exposição v.17-26:17 Seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus Altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação.  18 Isto se repetia por muitos dias. Então, Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu. 19 Vendo os seus senhores que se lhes desfizera a esperança do lucro, agarrando em Paulo e Silas, os arrastaram para a praça, à presença das autoridades;  20 e, levando-os aos pretores, disseram: Estes homens, sendo judeus, perturbam a nossa cidade,  21 propagando costumes que não podemos receber, nem praticar, porque somos romanos.  22 Levantou-se a multidão, unida contra eles, e os pretores, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas.  23 E, depois de lhes darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando ao carcereiro que os guardasse com toda a segurança.  24 Este, recebendo tal ordem, levou-os para o cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco.  25 Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam.  26 De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”.

                   Já se faziam alguns dias que eles estavam ali em Filipos desenvolvendo o trabalho missionário de evangelização. Uma jovem possuída por um espírito de adivinhação que conforme o texto grego era um espírito de Píton, uma referência à serpente lendária que conforme a mitologia grega era a guardiã do Oráculo Délfico, um santuário no meio da Grécia, a qual fora morta por Apolo, o deus da profecia. Posteriormente, os gregos passaram a identificar o espírito de adivinhação dos seus médiuns com essa figura mitológica, por isso, cria-se que a sacerdotisa de Apolo na cidade de Delfos era capaz de prever o futuro. Assim, aquela jovem era um instrumento de demônios que a usavam como porta-voz (Cf. KISTEMAKER, 2006, vol.2, p.132). Assim, o que temos aqui é o embate da mentira contra a Verdade.

              Depois de alguns dias gritando “Estes homens são servos do Deus Altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação” (v.17), Lucas relata que Paulo “já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu” (v.19). É impressionante que até mesmo quando Satanás se opõe a Deus ele acaba fazendo só o que Deus lhe permite fazer, e isso ainda é revertido para a glória de Deus. Aquela moça tornou-se um veículo de propaganda para Paulo e sua equipe, e com certeza, muitas pessoas afluíam para perto deles para ouvi-los. Mas, estando Paulo pregando o Evangelho e aquela moça aos berros atrapalhando-o, ele então agiu profundamente indignado com aquela situação deplorável.

              O resultado foi uma jovem liberta e Paulo e seus companheiros presos depois de terem sido severamente açoitados com varadas, pois, quando aqueles homens inescrupulosos que se julgavam “senhores” daquela pobre alma, furiosos, vendo “que se lhes desfizera a esperança do lucro”, agarraram a Paulo e Silas e os levaram para a praça à presença das autoridades a fim de acusa-los de subversão ensinando coisas contrárias aos costumes deles, para castiga-los “com muitos açoites” e prendê-los, como de fato fizeram  (v.22-24).

              Lucas relata que Paulo e Silas foram presos no interior do cárcere tendo seus pés presos no tronco. As pernas ficavam afastadas uma da outra e os pés eram presos em buracos feitos nestes troncos. Some-se a isso as terríveis dores que eles sentiam em suas costas por causa das feridas causadas pelas varadas. Não sabemos exatamente a hora em que eles foram presos e açoitados, mas, tudo indica que foi à tarde. Se foi assim mesmo, então, eles estavam naquela cadeia fria e naquele tronco horrível há pelo menos umas seis horas. O cenário era propício para murmuração e choro. Porém, em vez disso “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam”. E em meio a tudo isso não só os outros prisioneiros ouviam os louvores de Paulo e Silas, mas, principalmente, o Deus a quem eles serviam e amavam, O qual interviu poderosa e espantosamente sobre a aflição deles, não somente lhes dando forças e alegria para louvá-Lo numa situação tão difícil como aquela como também fazendo com que “De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos” (v.26). As portas cederam ao movimento do solo e assim a passagem ficou livre. Porém, não podemos minimizar os efeitos do milagre ocorrido aqui. A Bíblia diz que Paulo e Silas estavam presos ao tronco, do qual eles foram milagrosamente libertos.

Aplicação v.17-26: Em meio às aflições desta vida, louve ao Senhor Jesus. Perceba que as aflições são uma oportunidade singular de você testemunhar aos outros sobre o poder de Deus em quem você põe a sua confiança e para quem você expressa sua gratidão e adoração.

Exposição v.35-40:35 Quando amanheceu, os pretores enviaram oficiais de justiça, com a seguinte ordem: Põe aqueles homens em liberdade.  36 Então, o carcereiro comunicou a Paulo estas palavras: Os pretores ordenaram que fôsseis postos em liberdade. Agora, pois, saí e ide em paz.  37 Paulo, porém, lhes replicou: Sem ter havido processo formal contra nós, nos açoitaram publicamente e nos recolheram ao cárcere, sendo nós cidadãos romanos; querem agora, às ocultas, lançar-nos fora? Não será assim; pelo contrário, venham eles e, pessoalmente, nos ponham em liberdade.  38 Os oficiais de justiça comunicaram isso aos pretores; e estes ficaram possuídos de temor, quando souberam que se tratava de cidadãos romanos.  39 Então, foram ter com eles e lhes pediram desculpas; e, relaxando-lhes a prisão, rogaram que se retirassem da cidade.  40 Tendo-se retirado do cárcere, dirigiram-se para a casa de Lídia e, vendo os irmãos, os confortaram. Então, partiram”.

              De alguma forma, os pretores (oficiais do império romano) relacionaram os acontecimentos do dia anterior com o terremoto e, por isso, ordenaram que se soltassem Paulo e Silas (v.35 e 36). Mas, ao serem informados pelos suboficiais de que Paulo e Silas eram cidadãos romanos, os pretores ficaram “possuídos de temor” (v.38), o que fez com que estes fossem forçados a virem pessoalmente e pedir desculpas e porem em liberdade a Paulo e a Silas. Por que Paulo e Silas não se declararam cidadãos romanos antes de serem castigados? Não temos uma razão clara para isso. O que importa é saber que tudo isso contribuiu para a causa do Evangelho, pois, quando foram acusados pelos cidadãos de Filipos de estarem ensinando costumes que eles como romanos não podiam praticar, agora Paulo e Silas, cidadãos romanos lhes mostraram que tais “costumes” por eles anunciados podiam e deviam ser praticados também pelos romanos, afinal eles eram romanos. Uma vez soltos, Paulo e Silas voltaram para a casa de Lídia a qual os hospedou até a partida deles (v.40).

              Nestes versículos vemos como Deus pode intervir numa situação de afronta e transforma-la em uma situação de honra para Seus filhos.

Aplicação v.35-40: Aprenda a esperar o momento certo de Deus agir e fazer com que você seja honrado por sua postura confiante Nele e em Seu eterno poder. Suporte com paciência as aflições que surgirem em sua vida, para que no tempo certo Deus reverta a situação e seja glorificado em sua vida, como nos diz 1Pe 5.6: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo oportuno, vos exalte”.

3)     Deus intervém em nossos corações, v.14,15 e 27-34

              Tudo o que aconteceu ali em Filipos foi para a glória de Deus na salvação de pecadores. Temos aqui relatada a conversão de Lídia e de toda a sua casa, e de igual modo, a do carcereiro com todo a sua casa, isto é, família. Vejamos primeiramente a conversão de Lídia.

Exposição v.14,15; 27-34: 14 Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia.  15 Depois de ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso”.

              Lídia é descrita como uma comerciante próspera e muito influente, mas, principalmente, é descrita como alguém “temente a Deus”. Como vimos no caso de Cornélio, essa expressão indica que ela era uma gentia convertida ao Judaísmo, e por isso, ela adorava ao Deus de Israel, mas, ela ainda não conhecia o Evangelho. Por esta razão “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia” (v.14). Isto é conversão verdadeira, ou seja, é o resultado da ação de Deus no coração da pessoa. Deus interveio na vida de Lídia e a transformou numa filha Dele. Mas, não só a sua própria vida, como também a de todos os seus familiares, o que incluía não só os seus filhos, mas, também seus servos.

Aplicação v.14,15: É importante ressaltar aqui a influência que ela tinha sobre a sua casa. A principal influência que você deve exercer sobre a sua família é a que está relacionada à fé em Cristo Jesus. Qualquer outra influência que você exerce sobre seus filhos será inferior e menos valiosa que essa.

Exposição v.27-34:27 O carcereiro despertou do sono e, vendo abertas as portas do cárcere, puxando da espada, ia suicidar-se, supondo que os presos tivessem fugido.  28 Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos!  29 Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas.  30 Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo?  31 Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.  32 E lhe pregaram a palavra de Deus e a todos os de sua casa.  33 Naquela mesma hora da noite, cuidando deles, lavou-lhes os vergões dos açoites. A seguir, foi ele batizado, e todos os seus.  34 Então, levando-os para a sua própria casa, lhes pôs a mesa; e, com todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus”.

               O segundo caso de conversão em Filipos é o do carcereiro, de quem nem o nome ficamos sabendo. Quanto à jovem que foi liberta do espírito de adivinhação não podemos afirmar que ela foi convertida, pois, o texto não é claro quanto a isso.

               Voltando ao carcereiro, a Bíblia diz que com o terremoto ele se despertou do sono, e deparando-se com todas as cadeias abertas, supôs que os prisioneiros tivessem fugido. Assim, tivesse acontecido e ele teria de responder com sua própria vida pela vida dos prisioneiros. Por esta razão sacou da sua espada para cometer suicídio. Paulo o viu na penumbra e gritou impedindo-o de tal barbárie. Todos estavam ali; ninguém fugira. Não sabemos se haviam mais prisioneiros com eles, mas, ninguém fugiu.

               Ele então fez a pergunta que todo pecador eleito mais cedo ou mais tarde fará em sua vida: “que devo fazer para que seja salvo?” (v.30). Não sabemos quando precisamente ele ouvira algo sobre o Evangelho, mas, sabemos que ele relacionou o ocorrido com a necessidade de ser salvo. A resposta foi: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (v.31). E o mesmo que aconteceu com a casa de Lídia, agora se repetia na casa do carcereiro.

               Tendo o seu coração transformado pelo poder do Evangelho, o carcereiro recolheu-os em sua própria casa que provavelmente ficava nos fundos da prisão e lavou-lhes os vergões e feridas. Em seguida ele e os seus foram batizados. À mesa, juntamente aos seus “manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (v.34).

               De um coração que estava envolto em trevas, pronto para o suicídio e morte, Deus interveio naquele coração e o transformou num filho Dele, exultante pela Graça de Deus que alcançou não somente a ele, mas, todos os seus.

Aplicação v.27-34: Você e sua casa já desfrutam dessa bênção? Há em seu lar essa grande alegria por crer em Deus? A alegria que é vista em sua casa é a resultante da Graça salvadora de Deus revela a você e aos seus? Se ainda não, clame a Deus por isso. Queira mais que tudo nessa vida ver os seus aos pés de Cristo.

Conclusão

               A intervenção de Deus em nossa vida, não é para mudar os planos Dele, mas, sim, para nos corrigir a fim de que voltemos ao plano original que Ele propôs para cada um de nós.

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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