A Soberana Vontade de Deus – 44ª Mensagem

O Retorno a Jerusalém e à Cesareia

At 21.17 – 26.32

Os Sofrimentos por Amor a Cristo

At 21.17 – 22.30

               O presente trecho do livro de Atos (Cap.21.17 – 26.32), relata o retorno de Paulo a Jerusalém e à Cesareia. Desde o seu chamado para ser apóstolo de Cristo, Paulo foi avisado de que ele haveria de sofrer e muito por amor ao Nome de Cristo (cf. At 9.16). Vimos na mensagem anterior que o Espírito Santo várias vezes alertou Paulo quanto aos sofrimentos que ele haveria de passar quando retornasse para Jerusalém. Para nossa meditação nessa ocasião proponho o seguinte tema: Os sofrimentos por amor a Cristo.

               Os sofrimentos por amor a Cristo:

1)     Não são maiores do que a alegria em servi-Lo, 21.17-20a

 

Exposição 21.17-20a:  “17 Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria.  18 No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar-se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram.  19 E, tendo-os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério.  20 Ouvindo-o, deram eles glória a Deus”.

               Chegando a Jerusalém, a equipe missionária de Paulo foi recebida calorosamente pelos irmãos. Grande alegria podia ser vista em todos.

               Numa reunião com a liderança da Igreja de Jerusalém, tendo o apóstolo Tiago e os presbíteros ali presentes (vemos aqui mais um texto que nos mostra que estava acontecendo a transição da “era dos apóstolos” para a “era dos presbíteros”), depois de havê-los saudado, Paulo lhes relatou “minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério”. A atitude de Paulo em relatar “minuciosamente” indica a ação de alguém que quer chamar a atenção das pessoas para os detalhes, neste caso, Paulo quis ressaltar e destacar a ação misericordiosa de Deus na salvação dos gentios. E ele conseguiu, pois, os líderes da Igreja de Jerusalém “Ouvindo-o, deram eles glória a Deus”.

               Esse é o objetivo do nosso trabalho: dar a Deus toda a glória e vê-Lo honrado diante das pessoas. O coração dos justos se alegra quando Deus é honrado; quando a Obra do Senhor é feita para a glória Dele. Essa alegria supera em muito qualquer sofrimento, qualquer, dificuldade e dor que possam surgir. Precisamos aprender a nos deleitar na glória de Deus para que quando sofrimentos nos sobrevierem estejamos firmes em nosso objetivo de glorificar a Deus.

 

Aplicação 21.17-20a: Em sua vida isso é um fato? Deus é honrado em sua vida e é glorificado pelas pessoas quando veem as coisas que você faz? Deleite-se na glória de Deus. Faça tudo a fim de que Ele seja glorificado quer no mundo físico, quer no mundo espiritual. A alegria em glorificar a Deus superará qualquer sofrimento e desgosto nesta vida.

         Os sofrimentos por amor a Cristo:

2)     Eles nos identificam com nosso Senhor, 21.20-36

 

Exposição 21.20-36:20 Ouvindo-o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei;  21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei.  22 Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada.  23 Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto;  24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.  25 Quanto aos gentios que creram, já lhes transmitimos decisões para que se abstenham das coisas sacrificadas a ídolos, do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas.  26 Então, Paulo, tomando aqueles homens, no dia seguinte, tendo-se purificado com eles, entrou no templo, acertando o cumprimento dos dias da purificação, até que se fizesse a oferta em favor de cada um deles.  27 Quando já estavam por findar os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram,  28 gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar; ainda mais, introduziu até gregos no templo e profanou este recinto sagrado.  29 Pois, antes, tinham visto Trófimo, o efésio, em sua companhia na cidade e julgavam que Paulo o introduzira no templo.  30 Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo; e, agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo, e imediatamente foram fechadas as portas.  31 Procurando eles matá-lo, chegou ao conhecimento do comandante da força que toda a Jerusalém estava amotinada.  32 Então, este, levando logo soldados e centuriões, correu para o meio do povo. Ao verem chegar o comandante e os soldados, cessaram de espancar Paulo.  33 Aproximando-se o comandante, apoderou-se de Paulo e ordenou que fosse acorrentado com duas cadeias, perguntando quem era e o que havia feito.  34 Na multidão, uns gritavam de um modo; outros, de outro; não podendo ele, porém, saber a verdade por causa do tumulto, ordenou que Paulo fosse recolhido à fortaleza.  35 Ao chegar às escadas, foi preciso que os soldados o carregassem, por causa da violência da multidão,  36 pois a massa de povo o seguia gritando: Mata-o!  .

               Para entendermos o que aconteceu aqui é importante que tenhamos em vista os seguintes pontos:

ü Em Jerusalém haviam milhares de judeus que se converteram a Cristo (v.20): esses judeus também guardavam os costumes da Lei de Moisés, da qual os crentes gentios (não judeus) foram desobrigados conforme a decisão dos apóstolos em At 15.20,28 e 29.

ü Por causa da Dispersão muitos judeus saíram de Jerusalém e foram morar em outras nações. Muitos deles também se converteram ao Senhor Jesus por causa do trabalho de Paulo (v.21).

ü Havia um grupo de judeus que vivia difamando Paulo, inventando coisas sobre ele, dizendo que ele ensinava aos crentes judeus e gentios que não viviam em Jerusalém, a “apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei” (v.21). Os crentes judeus que viviam em Jerusalém acreditaram nessas mentiras em relação a Paulo. Dessa forma, os judeus cristãos de Jerusalém tinham desconfiança e forte preconceito em relação a Paulo, enquanto que os judeus não convertidos tinham por Paulo um ódio no mais alto grau[1].

               Diante desse quadro, Tiago e os presbíteros estavam preocupados com o que iria acontecer quando os judeus ficassem sabendo da chegada de Paulo a Jerusalém. Então foi proposta a seguinte solução: havia quatro homens que tomaram voto de nazireu, e Paulo deveria participar com eles do ritual da purificação exigida ao término do voto de nazireu. Em Nm 6 encontramos toda a descrição desse voto. Era um voto especial em que a pessoa se consagrava a Deus. Durante o tempo do voto, a pessoa não podia tomar bebidas fortes e nada que derivasse da uva; não podia cortar o cabelo, mas, no fim do voto deveria raspar todo o cabelo e queimá-lo junto com o sacrifício (um cordeiro, uma ovelha e um carneiro). Não podia também tocar em nenhum cadáver. Essas e outras exigências deveriam ser observadas. Logo, quando os líderes da Igreja disseram que Paulo deveriam arcar com as despesas do voto daqueles quatro homens, e observasse o ritual da purificação, isso faria com que todos vissem Paulo como um judeu piedoso e que cumpria os costumes da Lei de Moisés. Paulo nunca deixara de observar os costumes da Lei de Moisés, porque ele era um judeu zeloso mesmo depois de sua conversão. Contudo, depois que entregou sua vida a Cristo, nunca baseou a sua salvação na sua obediência à Lei, mas, somente na pessoa de Cristo.

               Paulo acatou à ordem dos líderes e fez tal como lhe fora proposto. Contudo, quando os judeus que vieram da Ásia avistaram Paulo no templo “alvoroçaram o povo” (v.27). Num ataque histérico gritaram: “Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar; ainda mais, introduziu até gregos no templo e profanou este recinto sagrado” (v.28). Tirando conclusões precipitadas (atitude típica de pessoas covardes), acusaram Paulo de profanar o templo, porque viram o gentio Trófimo com Paulo na rua supuseram que tivesse entrado no templo com ele.

               A multidão ensandecida expulsou Paulo do templo, e começou a espanca-lo violentamente com o intuito de mata-lo (v.30,31), mas, a intervenção do comandante da força de ocupação romana impediu a multidão de tal barbárie (v.32). O comandante ordenou que Paulo fosse acorrentado e preso enquanto apurava os fatos (v.33), mas, por causa do alvoroço, não conseguia entender nada, e, por isso, ordenou que Paulo fosse recolhido à fortaleza onde pudesse ser interrogado (v.34). Enquanto subiam as escadarias da fortaleza, Paulo solicitou a palavra para se defender diante do povo, enquanto a multidão gritava: “Mata-o!”.

               Quanta semelhança com o Senhor Jesus!

ü Sofreu na mesma cidade que o Senhor Jesus sofreu;

ü Foi acusado de forma leviana e mentirosa, tal como o Senhor Jesus;

ü Também foi espancado, não tanto quanto o Senhor Jesus, mas, foi espancado;

ü Clamaram por sua morte como clamaram pela morte do Senhor Jesus.

               Por tudo isso, Paulo se identificava com o Seu Senhor e Salvador que sofreu infinitamente mais do que qualquer ser humano. Mas, tal como Pedro e João que se regozijaram por terem sido considerados dignos de sofrer por amor a Cristo (At 5.41), Paulo trazia em seu corpo as marcas de Cristo (Gl 6.17), por amor a Ele e se regozijava com isso.

Aplicação 21.20-36: Você tem se identificado com Cristo quando tem passado por sofrimentos? Quando você estiver passando por uma situação difícil por conta da maldade de inimigos que se levantarão contra você ao verem o seu amor por Cristo, não desanime, permaneça firme, pois, não há honra maior que essa, privilégio maior do que ser identificado com o nosso Senhor e Salvador maravilhoso. Não se deixe abater, e muito menos queira revidar as injúrias e afrontas que lhe fizerem por causa do seu amor por Cristo. Em vez disso, exulte no Senhor Jesus por ter lhe dado esse grande privilégio, pois, somente aqueles que O confessarem diante dos homens é que serão confessados e recebidos por Ele diante de Deus nos céus.

               Por fim, os sofrimentos por amor a Cristo

3)     Proporcionam oportunidade de confessarmos nossa fé em Cristo, 21.37 – 22.30

 

Exposição 21.37 – 22.21:37 E, quando Paulo ia sendo recolhido à fortaleza, disse ao comandante: É-me permitido dizer-te alguma coisa? Respondeu ele: Sabes o grego?  38 Não és tu, porventura, o egípcio que, há tempos, sublevou e conduziu ao deserto quatro mil sicários?  39 Respondeu-lhe Paulo: Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia; e rogo-te que me permitas falar ao povo. 40 Obtida a permissão, Paulo, em pé na escada, fez com a mão sinal ao povo. Fez-se grande silêncio, e ele falou em língua hebraica, dizendo: 1Irmãos e pais, ouvi, agora, a minha defesa perante vós.  2 Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica, guardaram ainda maior silêncio. E continuou:  3 Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.  4 Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres,  5 de que são testemunhas o sumo sacerdote e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para os irmãos; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos.  6 Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim.  7 Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?  8 Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues.  9 Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo.  10 Então, perguntei: que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer.  11 Tendo ficado cego por causa do fulgor daquela luz, guiado pela mão dos que estavam comigo, cheguei a Damasco.  12 Um homem, chamado Ananias, piedoso conforme a lei, tendo bom testemunho de todos os judeus que ali moravam,  13 veio procurar-me e, pondo-se junto a mim, disse: Saulo, irmão, recebe novamente a vista. Nessa mesma hora, recobrei a vista e olhei para ele.  14 Então, ele disse: O Deus de nossos pais, de antemão, te escolheu para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires uma voz da sua própria boca,  15 porque terás de ser sua testemunha diante de todos os homens, das coisas que tens visto e ouvido.  16 E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele.  17 Tendo eu voltado para Jerusalém, enquanto orava no templo, sobreveio-me um êxtase,  18 e vi aquele que falava comigo: Apressa-te e sai logo de Jerusalém, porque não receberão o teu testemunho a meu respeito.  19 Eu disse: Senhor, eles bem sabem que eu encerrava em prisão e, nas sinagogas, açoitava os que criam em ti.  20 Quando se derramava o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu também estava presente, consentia nisso e até guardei as vestes dos que o matavam.  21 Mas ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios”.

               Ao pedir ao comandante a palavra para se dirigir ao povo e dar uma explicação em sua defesa, Paulo foi confundido com um egípcio (pois, os judeus do Egito falavam grego naquela época) que segundo Lucas, este havia liderado 4 mil[2] sicários numa revolta armada. Os sicários (nome derivado de sica, “espada”) eram mercenários contratados para matar. Depois que Paulo disse que ele era um cidadão romano (v.39), o comandante o permitiu falar ao povo (v.40).

               O que é relatado por Lucas nos v.1-21 revela mais que uma defesa pessoal que Paulo fez, pois, ele aproveitara a oportunidade para proclamar o Santo Nome de Cristo e confessar sua fé Nele diante daquelas pessoas.

               Ao ouvi-lo falando em na língua deles, prestaram atenção (v.2). Paulo fala de sua trajetória desde seu nascimento na em Tarso e de sua educação aos pés do grande Gamaliel (v.3) em Jerusalém, o qual lhe instruíra em toda a Lei de Moisés fazendo dele não só um bom fariseu, mas, um violento perseguidor do “Caminho”, ou seja, dos cristãos (v.3-5).

               Mas, Aquele a quem ele de fato perseguia sem saber, um dia Se revelou poderosa e assustadoramente a ele no caminho de Damasco, deixando-o cego, atordoado e sem saber o que fazer (v.6-11). Mas, o Senhor Jesus, a quem ele perseguia de fato quando prendia os cristãos, ordenou-lhe que entrasse na cidade de Damasco e ficasse na casa de Judas, e ali ficasse até quando o Senhor Jesus lhe enviasse Ananias para orar por ele e impor-lhe as mãos conferindo-lhe a autoridade para anunciar a Cristo e o Seu Evangelho. E assim ele fez, e assim, ele recobrou a vista (v.12,13). Também lhes relatou que o Senhor Jesus lhe chamara para ser apóstolo entre os gentios, e que ele deveria ser diligente em se batizar (v.14-16).

               Nos v.17-21 Paulo relatou uma visão que teve da parte do Senhor Jesus logo após sua conversão. Somente aqui ela está registrada. Quando ele esteve em Jerusalém após sua conversão, o Senhor Jesus lhe ordenara a se retirar com urgência da cidade porque ninguém haveria de crer nele pelo fato dele ter causado tanta dor e sofrimento aos cristãos antes, quando era um perseguidor da Igreja. Foi nessa época que ele se retirou para o deserto da Arábia e lá ficou por três anos onde recebera a revelação do Evangelho diretamente do Senhor Jesus (cf. Gl 1.10-24).

               Mais que uma defesa pessoal, Paulo estava fazendo aquilo para o que ele fora chamado pelo Senhor Jesus: anuncia-Lo às pessoas. E foi justamente isso que ele fez aqui. Ele estava lhes mostrando como o Senhor Jesus é poderoso para transformar um terrível pecador como ele num filho da Sua graça e proclamador do Seu Evangelho.

               Aquelas situações em nossa caminhada cristã nas quais enfrentamos sofrimentos e lutas são uma ocasião especial para reafirmarmos nossa fé em Cristo, nossa esperança no Seu divino poder capaz de transformar e salvar o mais vil pecador.

Aplicação 22.1-21: Quando você estiver diante de um momento de sofrimento por amor a Cristo, não perca o foco, não perca a oportunidade de reafirmar sua fé em Cristo, de declarar o quão maravilhoso Ele é. Diante de pessoas que só querem o seu mal, não se intimide, mas, fale abertamente de sua fé em Cristo. Proclame-O com todo o seu coração e força. Anuncie-O como o Grande Salvador e Deus que é. Conte-lhes do que Ele fez em sua vida e o que Ele tem feito.

Conclusão

               Os sofrimentos causados a nós por mostrarmos nosso amor por Cristo são sem dúvida alguma, instrumentos que Deus usa para cumprir em nós o Seu propósito de nos tornar mais parecidos com o Senhor Jesus (cf. Rm 8.28-30). Que Ele nos dê a graça de enquanto passarmos por sofrimentos por amor a ele vermos nosso amor por Ele aumentar ainda mais!



[1] Cf. KISTEMAKER, 2006, vol.2, p.352.

[2] Flavio Josefo conta que esse egípcio arrastou um grupo de 30 mil homens. Simon Kistemaker explica o motivo dessa discrepância. Trata-se de um erro de escriba. Nos manuscritos antigos, os números eram representados por letras abreviadas, em que a letra grega minúscula “D” (D) era igual a 4 e a letra maiúscula “L” (L) representava 30. Em grego, a diferença é apenas um curto traço de pena (KISTEMAKER, 2006, vol.2, p.371).

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Teólogo, Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor de Teologia Sistemática, Teologia Contemporânea, Ética e História Bíblica, História e Teologia da Igreja, Educação Cristã e Teologia Sistemática, Sociologia e Ensino Religioso em seminários e escolas na região do Vale do Paraíba, também escreveu lições para a revista de EBD para os adultos da Editora Cristã Evangélica. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou de Direita Conservadora.
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