A Soberana Vontade de Deus – 48ª Mensagem

A Viagem Para Roma

At 27.1 – 28.31

O Deus de quem eu sou e a quem sirvo

At 27

               Chegamos à última parte do livro de Atos. Ela relata a viagem que Paulo fez como prisioneiro para Roma. Vimos em At 23.11 que o Senhor Jesus apareceu a Paulo na prisão e além de encorajá-lo também revelou-lhe que queria que Paulo fosse para Roma e dar testemunho Dele lá. Não podemos perder de vista essas palavras, pois, Paulo foi para Roma não porque teve de cumprir um protocolo das leis romanas pelas quais quando um cidadão romano apelasse para o imperador para julgar seu caso, o mesmo deveria ser atendido, mas, sim, porque Cristo o queria lá. Paulo apelou para César, e se não tivesse feito isso teria ido para Roma de outra forma. Contudo, o propósito do Senhor Jesus em que Paulo fosse para Roma não poderia ser frustrado. E com essa revelação dos propósitos divinos em seu coração Paulo sabia que nada o impediria de estar em Roma.

               Os dois últimos capítulos de Atos em sua maior parte registram as adversidades que eles enfrentaram na viagem para Roma e a estada de Paulo em Roma onde ele passou dois anos preso em sua própria casa.

               Voltando nossa atenção para o Cap. 27, quero tomar a declaração de Paulo no v.23 e usa-la como tema dessa mensagem: O Deus de quem sou e a quem sirvo. Essa declaração de fé é muito bela e profunda, pois, apresenta a Deus como meu Salvador “de quem eu sou”, e como Senhor “a quem sirvo”. E a relação profunda que emana dessa convicção é o que de fato me identifica como salvo e crente em Cristo Jesus.

 

Exposição v.1-8: “Quando foi decidido que navegássemos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio, da Coorte Imperial.  2 Embarcando num navio adramitino, que estava de partida para costear a Ásia, fizemo-nos ao mar, indo conosco Aristarco, macedônio de Tessalônica.  3 No dia seguinte, chegamos a Sidom, e Júlio, tratando Paulo com humanidade, permitiu-lhe ir ver os amigos e obter assistência.  4 Partindo dali, navegamos sob a proteção de Chipre, por serem contrários os ventos;  5 e, tendo atravessado o mar ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.  6 Achando ali o centurião um navio de Alexandria, que estava de partida para a Itália, nele nos fez embarcar.  7 Navegando vagarosamente muitos dias e tendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos sendo permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos sob a proteção de Creta, na altura de Salmona.  8 Costeando-a, penosamente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia”.

               Estes versos iniciais apresentam o roteiro inicial da viagem para Roma. Com a ajuda de um mapa dos tempos antigos você poderá perceber que eles permaneceram numa rota bem próxima ao litoral e aos portos dessas regiões mencionadas pelo fato de estarem próximos do inverno, o que faria da viagem muito mais perigosa do que o de costume.

               Na companhia de Paulo estavam Lucas e Aristarco de Tessalônica, os quais não estavam como prisioneiros, mas, sim, como companheiros de viagem auxiliando Paulo em suas necessidades. No v.37 ficamos sabendo que a tripulação era de 276 pessoas, os quais não eram todos prisioneiros. Mas todos os prisioneiros estavam sob a responsabilidade do centurião Júlio da Coorte Imperial. Este tratou Paulo “com humanidade” por saber que ele era um cidadão romano. Em Sidom ele permitiu que Paulo visse seus amigos.

               Sempre costeando o continente, chegaram à Mirra, na Lícia. Ali mudaram de navio. Embarcaram num navio alexandrino que estava de partida para a Roma. Desse ponto em diante a viagem se tornou lenta e ainda mais perigosa, pois, não contavam mais com a proteção do continente. Um vento contrário os empurrou para mar aberto, até chegarem à Laseia, na ilha de Creta.

               Mas, os perigos da viagem estavam apenas começando. A postura de Paulo em meio a todas as adversidades que ele enfrentaria com os demais tripulantes revelou o seu profundo relacionamento com o Deus a quem ele pertencia e servia. E assim podemos extrair as seguintes lições para nossa vida.

               O Deus de quem eu sou e a quem sirvo:

1)     Ordena-me a ser prudente, v.9-12

Exposição v.9-12:9 Depois de muito tempo, tendo-se tornado a navegação perigosa, e já passado o tempo do Dia do Jejum, admoestava-os Paulo,  10 dizendo-lhes: Senhores, vejo que a viagem vai ser trabalhosa, com dano e muito prejuízo, não só da carga e do navio, mas também da nossa vida.  11 Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia.  12 Não sendo o porto próprio para invernar, a maioria deles era de opinião que partissem dali, para ver se podiam chegar a Fenice e aí passar o inverno, visto ser um porto de Creta, o qual olhava para o nordeste e para o sudeste.

               A expressão “Depois de muito tempo…”, indica muito mais a preocupação de todos em ver que a temporada propícia para navegação em alto mar estava se findando, do que o tempo propriamente dito, pois, não fazia muitos dias que estavam ali. Mais um dia parado no porto era um dia a menos de navegação. Por isso todos queriam partir o quanto antes. Mas, Paulo, mesmo tendo a certeza dada pelo próprio Senhor Jesus que de que deveria estar em Roma, mesmo sabendo que nada poderia deter os planos divinos, mesmo confiando plenamente em Cristo, também agiu com prudência.

               Ele alertou-os quanto ao iminente perigo que rondava a todos, caso insistissem na navegação naqueles dias. “Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia”. Além disso, o porto não era próprio para passarem o inverno. E assim, a famosa democracia venceu. A maioria decidiu continuar a viagem na esperança de chegarem a Fenice e ali invernarem.

               Isso nos mostra que nem sempre a experiência e a maioria têm razão. Ali estava um homem que pertencia e servia a Deus, mas, eles preferiam confiar em seus próprios recursos a confiarem na orientação que Deus dera através de Seu servo.

               Paulo confiava em Deus, mas sabia que isso não o isentava de ser prudente. Enfrentar o mar aberto no inverno seria loucura. Mesmo tendo a certeza dos planos de Deus para sua vida, ele também sabia que correr riscos desnecessários é imprudência.

Aplicação v.9-12: Ser prudente não é demonstração de falta de fé em Deus. Lançar-se em uma situação de perigo sem a devida necessidade, mas, só porque não se teve a paciência necessária, não é prova de fé, mas, sim, de desobediência e teimosia. E isso trará sérias consequências. Seja paciente e cauteloso. Saiba esperar o tempo certo de agir. Nunca tome decisões precipitadas. A prudência obediente glorifica a Deus; a impaciência autoconfiante além de desonrar a Deus trará sérias consequências para sua vida.

               O Deus de quem eu sou e a quem sirvo

2)     Anima-me em meio às adversidades, v.13-26

 

Exposição v.9-12:13 Soprando brandamente o vento sul, e pensando eles ter alcançado o que desejavam, levantaram âncora e foram costeando mais de perto a ilha de Creta.  14 Entretanto, não muito depois, desencadeou-se, do lado da ilha, um tufão de vento, chamado Euroaquilão;  15 e, sendo o navio arrastado com violência, sem poder resistir ao vento, cessamos a manobra e nos fomos deixando levar.  16 Passando sob a proteção de uma ilhota chamada Cauda, a custo conseguimos recolher o bote;  17 e, levantando este, usaram de todos os meios para cingir o navio, e, temendo que dessem na Sirte, arriaram os aparelhos, e foram ao léu.  18 Açoitados severamente pela tormenta, no dia seguinte, já aliviavam o navio.  19 E, ao terceiro dia, nós mesmos, com as próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio.  20 E, não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se, afinal, toda a esperança de salvamento.  21 Havendo todos estado muito tempo sem comer, Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Senhores, na verdade, era preciso terem-me atendido e não partir de Creta, para evitar este dano e perda.  22 Mas, já agora, vos aconselho bom ânimo, porque nenhuma vida se perderá de entre vós, mas somente o navio.  23 Porque, esta mesma noite, um anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo,  24 dizendo: Paulo, não temas! É preciso que compareças perante César, e eis que Deus, por sua graça, te deu todos quantos navegam contigo.  25 Portanto, senhores, tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me foi dito.  26 Porém é necessário que vamos dar a uma ilha”.

               Quando tudo parecia tranquilo, pensando eles ter alcançado o lugar que desejavam, eis que de repente tudo se transtornou com um tufão chamado de Euroaquilão (“o vento nordeste”), o qual arrastou o navio com muito violência sem que eles pudessem manobra-lo na direção que queriam, mas, tendo que deixar o navio ser arrastado para longe. Em poucas horas o navio foi arrastado uns 37 quilômetros de distância entre Creta e a ilhota de Cauda. Era costume ter um bote salva-vidas boiando e arrastado pelo navio. Com grande dificuldade recolheram esse bote.

               Outro perigo se avizinhava: os bancos de areia de Sirte. Se o navio encalhasse ali tudo estava perdido. Várias atitudes foram tomadas na tentativa de escaparem do pior:

ü Soltaram a âncora, e foram ao léu, mas, não adiantou;

ü No dia seguinte aliviaram o navio jogando muitas coisas no mar, mas, não foi o suficiente;

ü No terceiro dia, todos os tripulantes ajudaram os marinheiros a desmontarem e lançarem ao mar as amarrações do navio. Também não foi o suficiente.

               A situação ainda piorou. Já fazia vários dias que o mau tempo os impedia de verem o sol e as estrelas, importantes recursos para a navegação, diante do que “dissipou-se, afinal, toda a esperança de salvamento”.

               Em meio àquela situação desesperadora, Paulo se colocou em pé no meio deles de lhes aconselhou a terem “bom ânimo”, pois ninguém morreria naquele naufrágio, mas, a única perda seria a do navio. Ele mostrou-lhes que a culpa de todo aquele desespero foi a impaciência e a desobediência deles em não ouvi-lo quando disse que deveriam invernar em Laseia. Ninguém gosta de ouvir que errou especialmente quando está colhendo os frutos de seu erro, mas, é necessário que lhes mostremos isso para que não sejam tolos e injustos atribuindo a Deus a culpa de seus sofrimentos. Contudo, as únicas perdas que teriam seriam materiais (o navio), mas, todos seriam salvos.

               A razão de sua certeza em dizer essas palavras estava numa revelação na qual um anjo do Senhor Deus, a quem ele (Paulo) pertencia e servia, naquela noite, lhe disse: “Paulo, não temas! É preciso que compareças perante César, e eis que Deus, por sua graça, te deu todos quantos navegam contigo”. E mais uma vez ele reforçou que eles deveriam ter bom ânimo e que ele confiava em Deus que haveria de agir daquele modo como lhe foi revelado. Por isso mesmo deveriam ficar firmes, pois, mesmo tendo a certeza do livramento divino, ainda teriam muitas dificuldades e deveriam ficar algum tempo numa ilha, que mais à frente ficamos sabendo ser a ilha de Malta.

               Deus aninou o coração de Paulo, e Paulo animou os que estavam com ele no navio. Neste momento, a presença do servo de Deus ali fez toda diferença.

               O servo de Deus faz toda a diferença no meio da tribulação quando demonstra sua confiança em Deus. A melhor maneira de glorificarmos a Deus é demonstrando nossa plena confiança em Sua Palavra.

Aplicação v.13-26: Quando você tiver que exortar alguém faça-o com sinceridade e franqueza mostrando-lhe que as consequências que ele está sofrendo são decorrentes das escolhas erradas e da sua própria teimosia. Mas, não esqueça de mostra-lhe que ainda há esperança para ele se ele confiar em Deus e obedecer-Lhe observando o que Ele diz em Sua Palavra com certeza verá o livramento de Deus.

               O Deus de quem eu sou e a quem sirvo

3)     Faz de mim um instrumento de esperança, v.27-38

 

Exposição v.27-38:27 Quando chegou a décima quarta noite, sendo nós batidos de um lado para outro no mar Adriático, por volta da meia-noite, pressentiram os marinheiros que se aproximavam de alguma terra.  28 E, lançando o prumo, acharam vinte braças; passando um pouco mais adiante, tornando a lançar o prumo, acharam quinze braças.  29 E, receosos de que fôssemos atirados contra lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras e oravam para que rompesse o dia.  30 Procurando os marinheiros fugir do navio, e, tendo arriado o bote no mar, a pretexto de que estavam para largar âncoras da proa,  31 disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não permanecerem a bordo, vós não podereis salvar-vos.  32 Então, os soldados cortaram os cabos do bote e o deixaram afastar-se.  33 Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que se alimentassem, dizendo: Hoje, é o décimo quarto dia em que, esperando, estais sem comer, nada tendo provado.  34 Eu vos rogo que comais alguma coisa; porque disto depende a vossa segurança; pois nenhum de vós perderá nem mesmo um fio de cabelo.  35 Tendo dito isto, tomando um pão, deu graças a Deus na presença de todos e, depois de o partir, começou a comer.  36 Todos cobraram ânimo e se puseram também a comer.  37 Estávamos no navio duzentas e setenta e seis pessoas ao todo.  38 Refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar”.

               Deus prometeu livramento, o qual não veio imediatamente. Quatorze dias se passaram no meio da mais terrível tempestade em alto mar. Por volta da meia-noite, na mais intensa escuridão e severa tempestade eles continuavam firmes lutando pela vida. Os marinheiros pressentindo que estavam se aproximando do litoral, lançaram o prumo medindo a profundidade do mar, e conforme prosseguiam constatavam que estava ficando cada vez mais raso. Com medo de se chocarem com as rochas lançaram quatro âncoras da popa do navio, e “oravam para que o dia se rompesse”. Para piorar a situação, aqueles que eram os profissionais do mar que conheciam muito bem aquela situação, em vez de ficarem e darem segurança à tripulação, procuraram fugir do navio abandonando a tripulação, mas, usando de mentira disseram que iriam descer pelo bote para soltarem as âncoras. Paulo percebendo a tramoia deles disse aos soldados para impedi-los porque era imprescindível que todos os marinheiros permanecessem no navio para salvarem a tripulação.

               Que situação difícil. Você já se viu numa situação assim lançando mão de todos os seus recursos e clamando a Deus em oração para que o dia se rompa, que as trevas desapareçam? Ou que aqueles de quem você depende simplesmente querem fugir e abandoná-lo?

               Novamente, Paulo exerceu um papel muito importante ali. Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que se alimentassem, pois, já se fazia quatorze dias que eles nada comiam, e rogou-lhes que comessem alguma coisa, pois, se não se alimentassem não teriam forças para enfrentar o momento mais difícil que estava por vir: o naufrágio.

               Dito isto, tomou um pão, deu graças a Deus e comeu. E incentivados por Paulo, todos fizeram o mesmo, e assim recobraram suas forças. E imediatamente começaram a fazer algo para o benefício de todos: aliviar o navio jogando a carga de trigo no mar.

               Assim, Paulo não somente falou de sua confiança em Deus, mas, também demonstrou-a o tempo todo. Além disso, demonstrou sua gratidão a Deus quando orou publicamente. Quão difícil é sermos gratos a Deus em meio às lutas, não é mesmo? Agora compare essa situação de Paulo com o que ele disse em 1Ts 5.18: “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. Em todas as situações a gratidão a Deus deve ser a nossa marca.

Aplicação v.27-38: Nunca se esqueça de que Deus o capacita a ser não só um incentivador com palavras, mas, principalmente com ações. Deus o capacita plenamente a ser um instrumento de esperança na vida daqueles que se encontram aterrados pelo desespero e medo. Glorificamos mais a Deus quando demonstramos mais confiança ainda em Seu poder agindo com obediência à Sua Palavra.

               O Deus de quem eu sou e a quem sirvo:

4)     Sempre cumpre Suas promessas, v.39-44

 

Exposição v.39-44:39 Quando amanheceu, não reconheceram a terra, mas avistaram uma enseada, onde havia praia; então, consultaram entre si se não podiam encalhar ali o navio.  40 Levantando as âncoras, deixaram-no ir ao mar, largando também as amarras do leme; e, alçando a vela de proa ao vento, dirigiram-se para a praia.  41 Dando, porém, num lugar onde duas correntes se encontravam, encalharam ali o navio; a proa encravou-se e ficou imóvel, mas a popa se abria pela violência do mar.  42 O parecer dos soldados era que matassem os presos, para que nenhum deles, nadando, fugisse;  43 mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu-os de o fazer; e ordenou que os que soubessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra.  44 Quanto aos demais, que se salvassem, uns, em tábuas, e outros, em destroços do navio. E foi assim que todos se salvaram em terra”.

               O navio encalhou num banco de areia, mas, duas correntes marítimas que se confluíam destruíram totalmente o navio.

               Ao verem o navio encalhado e sendo destruído, os soldados propuseram que os prisioneiros fossem mortos para que não fugissem, mas, usado por Deus, o centurião impediu-os de fazer tal coisa. Dessa forma, os que sabiam nadar lançaram-se ao mar para alcançar terra firme, e os que não sabiam nadar agarraram-se aos destroços do navio “E foi assim que todos se salvaram em terra”.

               Deus cumpriu Suas promessas. Tanto o navio foi destruído como todos os tripulantes se salvaram. Com certeza tudo isso chamou a atenção daquelas pessoas para o que Paulo dizia, pois, exatamente como ele havia lhes revelado a vontade de Deus, da mesma forma aconteceu.

         Mais uma vez devemos recordar as palavras de Paulo em 2Tm 2.19: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor”.

Aplicação v.39-44: O Deus a quem você pertence e serve, nunca deixará uma só das promessas Dele falhar. Ele prometeu a Paulo que o navio seria destruído e que também ninguém morreria, e assim, Ele fez. Deus lhe promete que você haverá de passar por duras provas e muitas vezes com danos materiais, mas, nunca Ele o desamparará. Ele sempre cuidará daqueles que Lhe pertencem, e por isso mesmo você deve apartar-se de qualquer forma de iniquidade por que você pertence a Ele. A incredulidade é uma das formas mais sutis de iniquidade!

Conclusão

               Existe algo melhor nesta vida do que pertencer e servir a Deus? Que possamos viver a cada dia na dimensão dessa maravilhosa verdade. Amém!

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Teólogo, Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor de Teologia Sistemática, Teologia Contemporânea, Ética e História Bíblica, História e Teologia da Igreja, Educação Cristã e Teologia Sistemática, Sociologia e Ensino Religioso em seminários e escolas na região do Vale do Paraíba, também escreveu lições para a revista de EBD para os adultos da Editora Cristã Evangélica. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador.
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