A Soberana Vontade de Deus – 4ª Mensagem

O Poder Na Igreja de Cristo – Parte I

Jesus é o Senhor e Cristo

At 2.14-36

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O poder na Igreja de Cristo depende unicamente Dele. No v.36 temos a declaração de que Deus fez de Jesus Senhor e Cristo. E é este o tema da mensagem de hoje: Jesus é o Senhor e Cristo.

Estamos diante do primeiro sermão da era apostólica. Um sermão que nada tem a ver com os sermões modernos. Enquanto estes são carregados de humanismo e sentimentalismo, este sermão de Pedro é carregado de severidade, austeridade e compromisso com a glória de Deus, o qual não termina com um apelo sentimental implorando aos pecadores que “deem uma chance para Jesus”, mas, que, em vez disso o tempo todo coloca o pecador “contra a parede”, fustigando o coração dos ouvintes a tal ponto que os mesmos percebendo sua miséria correm desesperados para Cristo como o seu único refúgio. Neste sermão Pedro não deixou dúvidas sobre quem é de fato o Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o Senhor diante do qual a de se dobrar “todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra”, e toda língua haverá de confessar que Ele “é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.10,11).

Jesus é o Cristo, o Ungido de Deus para ser o Rei dos reis. A Ele foi dada toda a autoridade no céu e na terra (Mt 28.18-20).

Devemos pregar o Evangelho da mesma forma que Pedro fez aqui. Para isso é necessário:

1)      Advertir os pecadores, v.14,15

Exposição v.14: “Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos”. Aqui vemos Pedro exercendo uma liderança que recebera do próprio Senhor Jesus, mas, não uma liderança solitária; ele estava com os onze. Diante da multidão ele ergueu a sua voz e “advertiu-os”. Advertência é um elemento que não pode faltar em nossa pregação. Advertir significa: avisar, intimidar, dar um ultimato.  Ao dizer: “tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras” Pedro chama atenção das pessoas mostrando-lhes que este é o assunto mais importante da vida delas.

Aplicação v.14: quando você está pregando o Evangelho você adverte as pessoas da seriedade do assunto ou lhes dá a impressão de ser um assunto qualquer? Chame a atenção das pessoas para o Evangelho; ele é o assunto mais importante dessa vida.

Exposição v.15: Pedro ainda continua advertindo mostrando-lhes que “Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia”. No sistema judaico de contagem do tempo o dia começa com o raiar do sol às 6 horas. Assim sendo eram 9 horas quando o Espírito Santo veio sobre eles. Essas palavras do v.15 mostram Pedro agindo pela honra de Deus ao adverti-los que aquilo era obra de Deus e não embriaguez.

Aplicação v.15: temos de mostrar às pessoas a seriedade da obra de Deus, e que qualquer mal entendimento da mesma pode constituir-se em zombaria ao Santo Nome de Cristo. Pregando o Evangelho não tenha medo de confrontar os pecadores que afrontam a Deus o tempo todo. Como disse o Dr. John McArthur: “Não tenha medo de ofender os homens com o Evangelho; eles passaram a vida toda ofendendo a Deus com seus pecados”. Pregando o Evangelho precisamos ter bem claro em nossa mente pela honra de quem queremos lutar.

Em nossa pregação também devemos

2) Pregar a partir do Antigo Testamento, v.16-21

Exposição v.16: falando para judeus, Pedro começa pelo Antigo Testamento para lhes mostrar quem é Jesus. Semelhantemente devemos fazer quando pregarmos o Evangelho, a saber, mostrar-lhes Cristo em toda a Escritura. O Novo Testamento é o cumprimento do Antigo, e este é a base para o Novo. O Antigo Testamento sem o Novo não passa de profecias soltas ao vento. O Novo Testamento sem o Antigo são acontecimentos sem sentido. Pedro fez como o Senhor Jesus lhes ensinou: primeiro citou a Escritura e depois mostrou o seu cumprimento.

Aplicação v.16: pregando o Evangelho, pregue a Bíblia toda, pois a Escritura inteira é a Palavra de Deus.

Exposição v.17,18: a profecia de Joel dizia: “E, acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda carne…”. A expressão “últimos dias” refere-se a toda era messiânica, a qual começou com a primeira vinda de Cristo e terminará com a segunda vinda. O Espírito Santo foi derramado “sobre toda carne” isto é, todo o povo. Isso não quer dizer que todo ser humano receberá o Espírito Santo, mas, sim, que, se no Antigo Testamento o Espírito era concedido apenas aos reis, sacerdotes e profetas, agora, na era messiânica as pessoas comuns do povo também o receberiam. E Pedro entendeu muito bem isso quando disse: Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). O Espírito Santo foi derramado sobre as pessoas não importando a idade “jovens… velhos”, o sexo “filhos… filhas”, ou a posição social “servos e servas” e resultou em profecias, visões e sonhos. O que isso quer dizer? Antes de concluir a Sua revelação especial (a Escritura) Deus sempre se revelou aos seus escolhidos através de profecias, visões e sonhos. O cumprimento da profecia de Joel aqui em Atos aponta para a seguinte verdade: na era messiânica Deus se dá a conhecer a todos por meio de Jesus Cristo e pelo Espírito Santo. O profeta Jeremias também profetizou sobre esse dia: “Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Jr 31.34).

Aplicação v.17,18: A obra de Cristo e do Espírito Santo no coração do convertido é leva-lo a conhecer cada vez mais a Deus. Como está o seu conhecimento da Pessoa de Deus? Tem havido progresso em sua vida espiritual? Você conhece Deus hoje mais do que ontem?

Exposição v.19,20: “Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor”. A questão que surge aqui é: se a profecia de Joel diz respeito somente ao derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes, porque então neste dia não se viu nenhum eclipse solar ou algum desses sinais nos céus e na terra? Esses sinais aconteceram no dia da morte de Jesus Cristo. Então como entender a aplicação que Pedro faz à profecia da Joel ao ocorrido aqui? A questão é respondida pelo fato de que o derramamento do Espírito Santo foi a última etapa da obra de salvação que Cristo efetuou, e por esse, motivo, devemos ver o derramamento do Espírito no Pentecostes como um fato único como foi a morte e ressurreição de Cristo e que não se repetiu e nem se repetirá mais pelo mesmo motivo que a morte e ressurreição de Cristo também não.

Aplicação v.19,20: não faltou da parte de Deus provas incontestáveis de que Jesus é o Cristo e o Senhor. Deus deu provas extraordinárias na vida, morte e ressurreição de Jesus, e para os que não O viram (como é o caso dessas pessoas aqui que ouviam a Pedro) Deus derramou o Espírito Santo acompanhado de sinais maravilhosos. Você crê em Jesus? Se não está esperando mais o que para crer?

Exposição v.21: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Este versículo ao mesmo tempo que encerra a citação da profecia de Joel, também é a introdução do Evangelho de Cristo anunciado nos v.22-36. A palavra “Senhor” aqui aplica-se a Deus Pai. O derramamento do Espírito Santo abriu as portas do Evangelho a todos os povos, e, por isso, quem quer que seja e onde quer que esteja, se invocar, clamar pelo Nome do Senhor será salvo, pois, somente clama por salvação quem percebe-se num terrível estado de miséria.

Aplicação v.21: Ao pregar o Evangelho a uma pessoa seja incisivo e mostre-lhe que somente Cristo pode salvá-la e que quem O invocar será salvo.

Em nossa pregação também devemos

3) Mostrar que Cristo é o Evangelho, v.22-36

O Evangelho não é uma filosofia; o Evangelho é a anunciação do Salvador. Por isso mesmo, Cristo é o Evangelho e o Evangelho é o próprio Cristo. É a boa nova que o anjo proclamou aos pastores: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo; é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11).

Exposição v.22: No v.14 Pedro disse àqueles judeus “atentai nas minhas palavras” e agora, no v.22 ele diz: “atendei a estas palavras” ou seja, à Escritura Sagrada que ele citou e ao Evangelho que passa a proclamar agora. Estas palavras dizem respeito a “Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós”. Jesus era conhecido como “Jesus Nazareno”, ou “Jesus de Nazaré” (Mt 26.71; Lc 18.37). Os “milagres, prodígios e sinais” são atos sobrenaturais de Deus. Os milagres: são manifestações do poder de Deus somente; os prodígios: ou também maravilhas, são o resultado de um milagre, ou seja, a pessoa fica maravilhada e estupefata diante do milagre; os sinais: são obras miraculosas de Deus apontando para alguma verdade geralmente autenticando a mensagem pregada. Ao dizer que “[os milagres] os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele [Jesus]” Pedro está afirmando que Deus se revelou através de Jesus. E é por isso que Jesus é a expressão exata de Deus (cf. Hb 1.1-4). Além disso, Jesus foi “aprovado por Deus”, ou seja, Deus deu credibilidade a Cristo quando realizou através de Cristo os milagres.

Aplicação v.22: Só podemos conhecer a Deus através de Jesus. A forma como você tem buscado conhecer a Deus está totalmente relacionada à pessoa de Jesus?

Exposição v.23: “sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos”. Aqui temos explícita a verdade de que a soberania de Deus e a responsabilidade humana estão harmonizadas. Deus é soberano e foi pelo seu “desígnio” (conselho, vontade) e pela Sua “presciência” (conhecimento prévio de todas as coisas) que Jesus morreu na cruz. Foi para fazer a vontade de Deus que Jesus morreu na cruz (Jo 4.34; 5.30; 6.38-40). Porém, a responsabilidade pela morte de Jesus foi posta nas “mãos de iníquos”.

Aplicação do v.23: O fato de Deus ser soberano não exime o homem da responsabilidade por seus erros e escolhas. O fato de o homem ser responsável pelos seus atos não diminui em nada a soberania de Deus, para Quem o homem sempre prestará contas. Você é o único responsável pelas escolhas que faz. O fato de Deus ser soberano não tira de você essa responsabilidade.

Exposição v.24: “ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto, não era possível ele fosse retido por ela”. A doutrina bíblica da ressurreição de Cristo é tão importante quanto a da Sua morte. É na ressurreição de Cristo que: (1) temos a garantia de que Deus aceitou o sacrifício de Cristo na cruz, pois, de outra forma O teria deixado se decompondo no túmulo; (2) a ressurreição de Cristo é o penhor da nossa ressurreição (1Co 15.17); (3) a palavra final é de Cristo e não da morte.

Aplicação v.24: quando questionarem você se de fato o sacrifício de Cristo é suficiente para salvar mostre que é na ressurreição de Cristo que temos essa garantia. Diga-lhes para confiarem no Deus que ressuscitou a Jesus dentre os mortos! Diga-lhes que não precisam temer a morte se estiverem em Cristo.

Exposição v.25-28: Citando agora o Sl 16.8-11, Pedro mostra que o que Davi disse aqui refere-se a Cristo e não a ele (Davi) próprio: “Diante de mim via sempre o Senhor”, ou seja, Davi depositava sua confiança em Deus a despeito das circunstâncias. É a presença de Deus que tranquiliza o coração de Seus filhos. “Por isso, se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; além disto, também a minha própria carne repousará em esperança”, isso nos mostra que Cristo entregou-Se à morte porque sabia que Deus O ressuscitaria dos mortos antes de Seu corpo começar a se decompor: “porque não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”. Destaca-se aqui o louvor como resultado de um coração que experimenta o cuidado constante de Deus e deposita Nele a sua confiança. O crente vê em Deus a sua única fonte conhecimento e de verdadeira alegria: “Fizeste-me conhecer os caminhos da vida; encher-me-ás de alegria na tua presença”.

Aplicação v.25-28: Cristo entregou-Se à vontade de Deus morrendo na cruz porque sabia que o Pai não o abandonaria no sepulcro. Ele sabia que se o Pai não O ressuscitasse, todo o Seu sacrifício seria desperdiçado, porém, Sua vida e obra em tudo agradou a Deus, e, na Sua morte Ele confiou no Pai para ressuscitá-Lo. Você confia plenamente em Deus crendo que Ele haverá de ressuscitá-lo no Dia da volta de Cristo para a vida eterna? Deus é a sua alegria mesmo em face da morte?

Exposição v.29-31: Nestes versos Pedro mostra que os v.25-28 dizem respeito ao Senhor Jesus e não a Davi, pois, o túmulo de Davi “permanece entre nós até hoje”. E no v.30 ele explica: “Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, prevendo isto, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção”. Cristo é o Rei Eterno, e, Nele, Davi sempre será lembrado porque Cristo descendeu humanamente de Davi. Em Cristo a memória de Davi não caiu no esquecimento. Em Cristo está a razão da existência de Davi e de todos nós.

Aplicação v.29-31: Um fato importante aqui é que Pedro não coloca em Davi a ênfase como o compositor do Sl 16, mas, sim, em Cristo que é o cumprimento e a concretização das profecias deste salmo. Em Cristo está a razão, a explicação e aplicação da Escritura. Leia a Escritura tendo em vista a pessoa de Cristo, pois, só assim você a compreenderá.

Exposição v.32,33: “A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas ”. Pedro não deixa dúvidas de quem é o “centro” de sua mensagem. Ele não está falando de uma nova filosofia, mas, sim, de Jesus, o Senhor e Cristo, de quem a ressurreição foi testemunhada por muitos, e que  foi “Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo”. Eis a Trindade Santa agindo na salvação dos pecadores. Que maravilhosa verdade! Deus Pai ressuscitou ao Deus Filho porque este Lhe agradou e cumpriu Sua (do Pai) vontade, e Deste recebeu a promessa do derramamento do Espírito Santo. Porque Pedro faz essa afirmação? Para mostrar àquelas pessoas a ligação entre a Pessoa de Jesus com “isto que vedes e ouvis”, isto é, o derramamento do Espírito Santo. Aquelas pessoas não haviam visto o Cristo ressurreto, mas, receberam um sinal de Deus tão importante quanto, a saber, o derramamento do Espírito Santo.

Aplicação v.32,33: Observe como Jesus é descrito aqui: Ele é o Deus vivo: a morte não O deteve; Ele é o Deus soberano: que reina assentado à destra do Deus. Você apresenta Jesus dessa forma quando prega o Evangelho?  

Exposição v.34,35: Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés”. Citando Davi novamente, Pedro agora liga o Sl 16.8-11 ao Sl 110.1. Se alguém questionasse a citação do Sl 16.8-11 se ela se referia mesmo a Jesus, agora, no Sl 110.1 Pedro não deixa dúvidas. Em Mt 22.41-46 o próprio Senhor Jesus aplicou a Si mesmo o Sl 110.1. Cristo está à destra do Pai aguardando o “grande e glorioso Dia do Senhor (v.20) em que todos os Seus inimigos estarão no estrado de Seus pés. Os tronos nos tempos antigos eram colocados num patamar mais alto, e o estrado dos pés do rei era um apoio onde Ele punha seus pés. Aqui, os inimigos de Jesus serão o estrado onde Ele porá Seus pés.

Aplicação v.34,35: A grandeza de Cristo e o Seu eterno poder e autoridade são verdades que nunca podemos nos esquecer. Diante das lutas que você tem passado é assim que você tem contemplado e visto a Cristo, a saber, como o Rei Eterno e Supremo diante de quem todos os inimigos deverão se curvar?

Exposição v.36: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”. Com estas palavras Pedro sacudiu os alicerces da piedade daqueles homens. Aquele a quem eles crucificaram era o Messias Prometido que eles tanto aguardavam. Eles não mataram um simples profeta; eles crucificaram o Filho de Deus. Estiveram diante da Verdade, mas, não foram capazes de reconhecê-La. Por isso mesmo, Pedro foi incisivo em mostrar-lhes quem de fato é Jesus. Ele é Aquele a quem Deus fez “Senhor e Cristo”, O Deus Eterno em cujas mãos está todo poder, e o Ungido de Deus para ser esse Rei Eterno e Todo-Poderoso.

Aplicação v.36: devemos sacudir as pessoas em sua piedade carnal e autoconfiante quando pregarmos o Evangelho. Devemos mostrar-lhes que se continuarem confiando em si mesmas estarão desprezando a Cristo, o único que pode salvá-las. Você está absolutamente certo de que Jesus é o Senhor e Cristo? É assim que você O tem apresentado quando prega o Evangelho?

 

O que Deus quer que você faça?

1)      Advirta e não divirta os pecadores. O mundo não precisa de entretenimento; a Igreja não está aqui para isso, mas sim, para proclamar que a salvação para que o mundo se renda ao Senhorio de Cristo.

2)      Pregue toda a Escritura como Evangelho. O Antigo Testamento é tão importante quanto o Novo no que diz respeito à pregação do Evangelho. Cristo não está somente no Novo Testamento; Ele está em toda Escritura.

3)      Pregue Cristo como Evangelho. A boa notícia para nós é a Pessoa do Senhor Jesus. O Evangelho para nós é o próprio Senhor Jesus Cristo. Se pregando o Evangelho as pessoas não conhecerem a Cristo, com certeza não foi o Evangelho que foi pregado, mas, sim, mais uma filosofia, e de filosofias vazias o mundo está cheio.

 

Conclusão

Só pregamos o verdadeiro Evangelho quando anunciamos Cristo em toda Escritura com todas as Suas características reveladas na Escritura.

Rev. Olivar Alves Pereira

São José dos Campos, 08/12/2013

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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