Canções da Alma – 20ª Mensagem

Salmo 19

Os Meios Pelos Quais Deus Se Revela

 

Oração

“Deus Eterno, Justo e Misericordioso. Sem a Tua luz andamos em trevas, sem o fulgor da Tua glória, nossa alma desvanece na escuridão do pecado. Desvenda os nossos olhos enquanto contemplamos a perfeição da Tua Palavra, e que nela sejamos aperfeiçoados e santificados para a glória do Teu Nome. Em Cristo Jesus, amém”.

 

Contextualização

               Em muitas igrejas de tradição reformada este Salmo é lido na noite de Natal, quando o “Sol da Justiça” (Ml 4.2) veio ao mundo, e o Verbo (a Palavra) de Deus repousou numa manjedoura (Jo 1.14).

               Este Salmo é sem dúvida alguma, um dos hinos (“Ao mestre de canto”) mais belos do livro dos Salmos. Eu imagino Davi contemplando o céu estrelado e meditando na grandiosidade de Deus, tendo em suas mãos um exemplar da Torá (Lei de Deus) e olhando para ela vê aquilo que é incomparavelmente mais belo que a Criação, e, assim seu coração rende-se humildemente diante da glória de Deus revelada na Criação e na Escritura Sagrada. E estes são Os Meios Pelos Quais Deus Se Revela.

               Deus revelou Sua glória aos homens. Quando me lembro da primeira pergunta do Breve Catecismo de Westminster: “Qual o fim principal do homem?” e a sua resposta: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-Lo para sempre (Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3), vejo que a revelação da glória de Deus a nós é sem dúvida alguma, um ato de misericórdia e amor, “Pois, todos pecaram em carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Nada neste mundo efêmero pode satisfazer nossos corações que foram criados para serem satisfeitos com a eterna glória de Deus. Pense nisso!

               Neste Salmo vemos a glória de Deus na revelação natural (Criação), revelação especial (a Palavra), e a revelação pessoal (no coração do eleito).     Então vejamos melhor esses meios pelos quais Ele Se revela a nós.

1) Na Criação, Deus revela a Sua glória, v.1-6

Exposição v.1-6: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. 2 Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. 3 Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; 4 no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol, 5 o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho. 6 Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor”.

               Davi não estava aqui adorando as estrelas, até mesmo porque Deus proibiu terminantemente sua adoração (Êx 20.4,5; Dt 4.14-19 e 5.8-9), e prática da astrologia (Is 47.13-14; Jr 10.1-5). O que Davi está fazendo aqui é olhar para além das estrelas, ou seja, olhar para o Criador. “Os céus proclamam a glória de Deus” (v.1), as leis naturais por Ele estabelecidas fazem com que o tempo avance cumprindo o seu propósito por Ele estabelecido mostrando ao mais simples dos homens o poderoso agir de Deus (v.2).

               Uma proclamação na qual “Não há linguagem, nem palavras” (v.3), mas, “por toda a terra se faz ouvir a sua voz” proclamando uma mensagem (v.4). Mas, que mensagem é essa? A mensagem da existência de um Deus que é o Criador de tudo o que existe. Não há um só lugar neste universo em que essa mensagem não chegue altissonante.

               O astro rei, o sol dia a dia rasga os céus e nada pode detê-lo em seu percurso, exceto o poder de Deus (cf. Js 10.13; 2Rs 20.11; Is 38.8). Mas, este sol não somente é pequeno se comparado a outros sóis neste universo, como também será desnecessário diante da glória de Deus, que no Seu Reino dispensará a luz do sol, pois, Ele próprio iluminará a Cidade Eterna (cf. Ap 22.5).

               Nestes versículos vemos duas verdades:

  • O quê a Criação testifica (v.1-3): a glória de Deus;
  • Para quem ela testifica (v.4-6): para toda a terra, isto é, todos os homens.

               A Confissão de Fé de Westminster, que é a nossa Confissão de Fé no Cap.IV – §I afirma:

      Ao princípio aprouve a Deus o Pai, o Filho e o Espírito Santo, para a manifestação da glória do Seu eterno poder, sabedoria e bondade, criar ou fazer do nada, no espaço de seis dias, e tudo muito bom, o mundo e tudo o que nele há, visíveis ou invisíveis (Gn 1; Rm 11.36; Hb 1.2; Jo 1.2,3; Rm 1.20; Sl 104.24; Jr 10.12; At 17.24; Cl 1.16; Ex 20.11).

               Olhando para a Criação devemos ter o nosso coração cheio de admiração e espanto quando meditamos no poder e na Pessoa de Deus que criou tudo isso. A Criação por si só é apenas uma pequena demonstração do poder de Deus. No entanto, apesar de toda a grandiosidade da obra de Deus, há muitos que ainda teimam em não render-Lhe a glória que Lhe é devida, não crendo Nele. As palavras de Rm 1.20 apresentam terrível realidade para esses tais: Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis”. Observe que o que torna alguém indesculpável diante de Deus não é o fato de não conhecer a vontade Dele, mas sim, o fato de negar a Sua existência apesar de ter provas tão incontestáveis diante de seus olhos.

Aplicação v.1-6: Quando você estiver contemplando a Criação, quer olhando para a imensidão do céu, ou para a complexidade de uma célula num microscópio, nunca perca de vista que tudo isso que Deus criou foi para revelar a você a glória do Seu eterno poder. Por isso mesmo, a maior demonstração de loucura está justamente no fato de alguém negar a existência desse Deus e ainda afirmar que tudo isso é obra do acaso. O primeiro passo em direção à salvação é crer na existência de Deus testificada na Criação.

               O outro meio pelo qual Deus Se revela a nós descrito neste Salmo é

2) Na Palavra, Deus revela o Seu Caráter, v.7-10

Exposição v.7-10:7 A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.  8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos.  9 O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos.  10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos”.

               Olhando para a Criação ficamos sabendo da existência de Deus e até podemos nos dirigir a Ele, mas, isso seria insuficiente. Que animal, planta ou ser na Criação de Deus poderia nos revelar a Sua vontade e o Seu caráter? Daí a necessidade da Palavra de Deus.

               No Cap. I, §I a nossa Confissão de Fé diz:

    Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus (Sl 19. 1-4), que os homens ficam inescusáveis (Rm 1.19-20; 2.14-15; 1. 32), contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessários para a salvação (1Co 1.21; 2.9-14; At 4.12; Rm 10.13,14); por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade (Hb 1.1,2; Gl 1.11,12; Dt 4.12-14); e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda (Lc 24.27; 2Tm3.16; Rm15.4; 2Pe 3.15,16). Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo (Lc 16.29-31; Hb 2.1-3; 2Pe 1.10).

               A Criação testifica a existência de Deus, mas, somente a Sua Palavra registrada nas Escrituras pode nos mostrar a vontade e o caráter de Deus. A palavra de um homem revela o seu caráter – se ele mente, é mentiroso e sem crédito; se fala a verdade, é verdadeiro e confiável. Assim é a Palavra de Deus, pois, ela nos revela o caráter de Deus.

               Nestes versículos Davi usa alguns sinônimos para descrever a Palavra de Deus. Ele a chama de: lei, testemunho, preceitos, mandamento e juízos. Para entendermos melhor o que os v.7-8 estão nos mostrando vejamos o que a Palavra de Deus é e também o que Ele faz através dela.

               No v.7 vemos que:

  • “A lei do SENHOR é perfeita”. Calvino faz o seguinte comentário: Com essa palavra Davi quer dizer que, se uma pessoa é devidamente instruída na lei de Deus, ela não carece de nada que seja indispensável à perfeita sabedoria”[1]. Muitos escritos e ensinamentos dos ímpios podem conter coisas boas, mas, perfeição só a Palavra de Deus. E por isso mesmo “ela restaura a alma”. O verbo “restaurar” (bWv) aqui tem o sentido de “arrepender, mudar, retornar, trazer de volta, restaurar”. É a Palavra de Deus que restaura o nosso coração, que traz de volta as forças que se esvaíram. Por quantas lutas passamos, quantas tristezas nos abatem, mas, somente a Palavra de Deus pode restaurar-nos as forças. É deplorável ver tantos servos de Deus que deixam a Palavra de lado quando precisam tratar de seus corações; em vez disso recorrem à psicologia, à psicanálise e à psiquiatria. Quando penso no que os “pais” dessas ciências falaram, até posso encontrar uma ou outra coisa boa, mas, perfeição só encontro na Lei de Deus!
  • “O testemunho do SENHOR é fiel”. O substantivo “testemunho” literalmente significa “sinal de aviso, estipulação”, e está relacionado à instrução que Deus nos dá. O que Deus está nos dizendo aqui é que podemos confiar nas Suas instruções, pois, elas são dignas de confiança. E justamente por ser fiel ela “dá sabedoria aos símplices”. O substantivo “símplices” traz a ideia de alguém que é ingênuo, inexperiente. A Palavra de Deus dá sabedoria até ao mais ingênuo e inexperiente dos homens. Para o servo de Deus não são as suas experiências que o tornam sábio, mas, sim, a Palavra de Deus.

               No v.8 vemos que:

  • “Os preceitos do SENHOR são retos”. O substantivo “preceitos”, ou seja, os mandamentos do SENHOR, aquilo que Ele estabeleceu como lei para nós. Tais preceitos são justos, não há neles qualquer sinal de injustiça. E, por isso mesmo “alegram o coração”. Quem andar por eles nunca tropeçará, pelo contrário terá em seu coração a plena alegria que só Deus pode dar. “Somos peregrinos nessa terra, a Palavra de Deus é o mapa que nos orienta”[2].
  • “o mandamento do SENHOR é puro”. O adjetivo “puro” aqui traz a ideia de algo que não foi tocado, maculado. Por isso mesmo ele “ilumina o olhos”, ou seja, nos torna aptos para ver a vontade de Deus.

               No v.9, o Espírito Santo nos mostra mais verdades sobre o caráter de Deus revelado na Sua Palavra. “O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre”. É um tanto quanto incomum chamar a Palavra de Deus “temor”, mas, isso nos lembra que devemos toma-la e praticá-la com reverência e solenidade. Nenhuma outra palavra é eterna (Mt 24.35). “Os juízos do SENHOR são igualmente, justos”, ou seja, a perfeita harmonia de todos os julgamentos (decisões judiciais, especificações e reivindicações legais) de Deus são justas. Deus nunca erra em Seus julgamentos! Nenhuma outra palavra neste universo é verdadeira e justa do começo ao fim.

               Esses julgamentos que Deus faz a respeito do seu servo são para ele o deleite de sua alma. Nem mesmo o ouro mais depurado e mais caro desse mundo lhe é mais desejável do que a Palavra que Deus diz a respeito do Seu servo; nem mesmo o mais doce mel à boca é mais doce ao coração dele do que o que Deus diz a seu respeito (v.10).

Aplicação v.7-10: Quando você toma a Palavra de Deus em suas mãos o faz com essa reverência e seriedade? O que você tem buscado para revigorar seu coração? No que você tem buscado sabedoria para o seu coração? Você tem tido alegria no quê? Se para essas perguntas a resposta não for a Palavra de Deus então você deve confessar seu pecado de desobediência e rebelião contra Deus, clamar-Lhe para que dê ao seu coração o desejo e amor pela Sua Palavra, pois, fora da Palavra de Deus é impossível conhecer a vontade e o caráter Dele. Outro ponto importante aqui é: você tem concordado com o julgamento que Deus faz a seu respeito? Você se vê como um pecador que necessita da instrução divina? Pois este é o outro meio pelo qual Deus se revela a nós

3) No nosso coração, Deus revela a Sua instrução, v.11-14

Exposição v.11-14:11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa.  12 Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas.  13 Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão.  14 As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!”.

               Já vimos no v.7 que Deus nos instrui com a Sua Palavra. Mas, aqui nestes versículos vemos onde é que Deus revela a Sua instrução: em nosso coração.

               O assunto que vem sendo tratado desde o v.9b os julgamentos de Deus a respeito do Seu servo, os quais lhe são deleite para a alma são para ele a instrução de que seu coração precisa. Quando Davi diz que “por eles se admoesta o teu servo; em os guardar a grande recompensa” (v.11). Admoestar significa “advertir, aconselhar, chamar a atenção”. O que Deus está nos mostrando aqui é que o fato Dele estabelecer julgamentos justos a nosso respeito deve nos chamar a atenção para nunca pensarmos de nós algo que não esteja em acordo com o que Ele diz a nosso respeito.

               No v.12 Davi aprofunda o assunto: “Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas”. Deus através do profeta Jeremias ao afirmar que Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto”, pergunta: “quem o conhecerá?” (Jr 17.9), logo em seguida afirma por boca do profeta:Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações (Jr 17.10). De fato, nenhum ser humano é capaz de se conhecer. Mas, Deus nos vê, nos conhece intimamente, mesmo no mais recôndito do nosso coração que nos é oculto e indecifrável, para Deus é um livro aberto. Grande demonstração de sabedoria é concordarmos com Deus quanto ao julgamento que Ele faz a nosso respeito. Se, em vez de reivindicarmos alguma coisa como se tivéssemos algum direito ou de nos justificarmos como se fôssemos vítimas, clamássemos por Seu perdão até mesmo para com aqueles pecados dos quais não estamos conscientes como fez o salmista aqui, com certeza haveríamos de ser abençoados com o perdão de Deus.

               No v.13 Davi clama a Deus para que o proteja contra a soberba. Se no v.12 ele clama o perdão para aqueles pecados que lhe “são ocultos”, aqui ele clama por perdão àqueles pecados dos quais ele tem plena consciência, e sabe, que se não os confessar e se não forem perdoados fatalmente ele se tornará um arrogante e soberbo com seu coração empedernido diante de Deus. Mas, se em vez disso, ele fosse o tempo todo instruído por Deus e guardado da soberba ele seria “irrepreensível” (completo, perfeito, saudável)  e ficaria “livre de grande transgressão”, pois, pior do que pecar é ainda ser soberbo e duro de coração diante de Deus – isto é uma grande transgressão!

               A moralidade humana consiste em não fazer o que é errado, por isso mesmo ela é falha. A Palavra de Deus nos mostra que não somente devemos deixar de fazer o que é errado, mas, também devemos nos empenhar em fazer o que é certo. Por isso Davi não somente pede a Deus que o livre dos seus pecados, mas, que também lhe dê lábios (palavras) e um coração (pensamentos e vontades) que “sejam agradáveis na Tua presença, SENHOR, rocha minha, e redentor meu” (v.14). O adjetivo “agradáveis” significa: “tratadas favoravelmente, aceitáveis”, e refere-se ao procedimento no qual o sacerdote examinava os sacrifícios para se certificar de que não tinham defeito algum”[3].

               Mas, todos nós sabemos como isso é difícil, não é mesmo? Por que será que Deus requer algo tão elevado assim de nós mesmo sabendo da nossa incapacidade de realiza-lo? A resposta está nessa oração de Davi: para que aprendamos a viver em total dependência do Espírito Santo, pois, somente assim venceremos os feitos da carne (cf. Rm 8.5-11, 13-14). Se não nos abrigarmos em Deus que é a nossa Rocha e o nosso Redentor, fatalmente seremos dominados pelos nossos pecados. Tudo o que precisamos para agradar a Deus precisamos receber de Deus.

Aplicação v.11-14: Como você reage quando Deus através da Sua Palavra lhe diz que você é um pecador e que a única coisa que você merece é a ira e o castigo de Deus? Que pensamentos e vontades têm dominado o seu coração? No que você tem buscado instrução para conduzir o seu coração? Você depende inteiramente de Deus para agradá-Lo, ou você tem se portado com arrogância e soberba não reconhecendo seu pecado, e quando diz que os reconhece tenta por sua própria força vence-lo? Agradamos a Deus quando demonstramos total dependência do Seu poder para vencermos o pecado.

Conclusão

               A Criação por mais bela que seja não pode nos comunicar o que somente a Palavra de Deus nos comunica; nosso coração sem a Palavra de Deus é desesperadamente corrupto e enganoso. Somente a Palavra de Deus pode dar-nos a orientação, a purificação e o discernimento necessários para uma vida agradável a Deus. Amemos então a Palavra!

[1] CALVINO, 1999, vol.1, p.424.

[2] WIERSBE, 2010, vol.3, p.125.

[3] WIERSBE, 2010, vol.3, p.127

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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