Canções da Alma – 36ª Mensagem

Oração

“Como é maravilhoso, ó Pai poder abrir a Tua Palavra, ouvir a instrução da mesma e tê-la em nosso coração. Por isso Lhe pedimos que fale ao nosso coração, desvende os nossos olhos para vermos as maravilhas da Tua Palavra, abra os nossos ouvidos para que a Tua voz por meio das Escrituras fale alto e profundo em nossa alma. Faça-nos desejar a Ti, tão-somente a Ti. Pelos méritos de Jesus Cristo, nosso Senhor, amém!”.

 

Canções da Alma

Uma Exposição do Livro dos Salmos

O Temor que Acaba com Todos os Temores

Sl 34

Contexto

                  Em 1Sm 21.10-15 temos a ocasião que levou Davi, inspirado pelo Espírito Santo, a escrever este salmo. Quando Saul o perseguia, ele foi a Aquis, rei de Gate dos filisteus. No título deste salmo somos informados que Davi esteve na presença de Abimeleque diante de quem foi trazido, e, para livrar-se, fingiu-se de louco. Abimeleque (“O pai é rei”) não é um nome, mas, sim, um título que os filisteus davam para os seus reis, como o “Faraó” dos egípcios, ou o “César” dos romanos.

                  Davi foi trazido à presença de Abimeleque Aquis pelos seus servos os quais lembraram-no de que Davi era o homem que havia matado muitos filisteus a ponto de cantarem uma música que honrava a Davi, e que também trazia à memória a humilhação dos filisteus: “Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares” (1Sm 21.11). Diante disso tudo, Davi “teve medo de Aquis, rei de Gate” (1Sm 21.12), e para se livrar, fingiu-se de louco, esgravatando (unhando) os portais e deixando a saliva escorrer por sua barba (1Sm 21.13). Aquis vendo Davi nessa situação o tratou com desprezo e o ignorou, e, assim, Davi escapou da morte. Davi não creditou seu livramento à sua esperteza, mas, sim a Deus que teve misericórdia dele, apesar dele ter usado de um artifício mentiroso e fingido. Isso não nos deve causar estranheza, pois, quantas vezes nós mesmos cometemos sérios erros e mesmo assim Deus tem usado de misericórdia para conosco. Como disse Calvino: “…embora Deus às vezes livra a seu povo, enquanto que ao mesmo tempo eles erram em escolher os meios, ou mesmo caem em pecado ao adotá-los, todavia não há nada de inconsistente nisto. O livramento, pois, era obra de Deus, mas o pecado que intermediava, o qual não há razão alguma para ser justificado, deve ser atribuído a Davi”[1]. Porém, longe de nos levar à indolência e à libertinagem diante da misericórdia de Deus, isso deve nos levar ao temor e à reverência diante Dele.

                  Os v.4, 7, 9 e 11 nos mostram que o tema principal aqui é o temor a Deus. Isso faz todo sentido, pois, diante de Abimeleque Aquis, Davi sentiu muito medo, mas, quando Deus, por Sua misericórdia o livrou, fez com que Davi entendesse que o único temor que deve estar no coração dos filhos de Deus, é o temor a Deus, pois, somente este temor é capaz de acabar com todos os outros temores da nossa alma (v.4). Convido você e refletir comigo sobre: “O temor que acaba com todos os temores”.

              No v.11 Davi conclama aos filhos de Deus a que os escutem, pois, ele nos ensinará o temor do SENHOR. O temor a Deus deve ser aprendido e exercitado por nós, pois, ele é o princípio da sabedoria (Sl 111.10; Pv 1.7; 9.10), e ele nos abre as portas da intimidade da Aliança de Deus conosco (Sl 25.14). Mas, aqui neste salmo vemos também que o temor do SENHOR deve ser aprendido por nós para que possamos:

1- Louva-Lo intensamente, v.1-3

Exposição v.1-3: “Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. 2 Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão. 3 Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome”.

                   Esse louvor intenso é descrito nestes versos como:

  • Um compromisso constante (v.1): Ele diz louvaria a Deus “em todo o tempo” e que em seus lábios o louvor a Deus estaria “sempre” Toda ocasião é própria para louvarmos a Deus, pois, em todas elas Ele se mostra soberano;
  • Um deleite exclusivo em Deus (v.2): O coração de Davi gloriava-se em Deus, ou seja, ele sabia que não foram os seus próprios recursos que lhe deram o livramento, mas, sim, Deus. Por esta razão “os humildes” (assim como Davi era humilde para reconhecer a misericórdia de Deus em sua vida) ao ouvirem sobre os feitos de Deus se alegrariam em Deus. A alegria do SENHOR decorrente de Sua misericórdia é para os humildes;
  • Um ato comunitário (v.3): novamente nos deparamos com essa exortação que aparece abundantemente nos salmos, a saber, a importância que devemos dar ao culto congregacional. O povo de Deus reunido para louva-Lo pelas bênçãos que Ele derramou sobre cada um é um belo testemunho que engrandece o Nome de Deus.

Aplicação v.1-3: Você demonstra temor a Deus quando O louva em todas as circunstâncias, quer sejam agradáveis ou não. Você mostra o quão Deus é importante para você quando seu coração se deleita Nele e reconhece o Seu agir em cada momento de Sua vida, e quando na presença de outros filhos Dele você credita toda glória a Deus e não a você e aos seus recursos. Louve a Deus intensamente, isto é, o tempo todo; deleite-se Nele somente, pois, a satisfação que Ele nos dá dispensa qualquer outra forma de satisfação, Compartilhe com seus irmãos as grandes coisas que Deus tem feito em sua vida. Valorize o culto congregacional.

                   O temor do SENHOR deve ser aprendido por nós para que possamos:

2- Testemunhar do Seu amor, v.4-10

Exposição v.4-10:4 Busquei o SENHOR, e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores. 5 Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame. 6 Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações. 7 O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. 8 Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia. 9 Temei o SENHOR, vós os seus santos, pois nada falta aos que o temem. 10 Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o SENHOR bem nenhum lhes faltará”.

Ele buscara ao SENHOR, e Deus o livrara de todos os temores do seu coração (v.4). Em seu coração buscara a Deus e Ele veio em seu socorro. O único temor que acaba com todos os outros temores é o temor a Deus; quem teme a Deus não precisa temer a ninguém mais. Este é o ponto central deste salmo. Os v.4-6 formam uma só peça, e nos mostram a seguinte verdade: quando olhamos para Deus por meio da fé, Ele volta o Seu rosto para nós e nos ilumina com sua glória e graça. Como vemos no Sl 4.6 Ele “levanta sobre nós a luz do seu rosto”. Aqueles que foram iluminados pela luz da glória de Deus, jamais serão desapontados ou ficarão decepcionados com Deus (v.5). Davi em sua miséria espiritual clamou ao SENHOR e Ele veio em seu socorro. Deus jamais desprezará o clamor de um coração que reconhece a sua miséria espiritual (cf. Mt 5.3-4). Nestes versículos Davi testemunha do amor de Deus em sua vida revelando o Seu cuidado para com ele.

                   Deus cuida dos Seus filhos e os protege (v.7). Davi experimentou isso várias vezes, especialmente nesta em que esteve diante de Abimeleque Aquis. Por esta razão ele testemunha dizendo: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom”, e aquele que Nele confia desfruta da verdadeira felicidade, pois é “bem-aventurado” (v.8). O melhor testemunho que damos a respeito de Deus não é quando contamos às pessoas o que fazemos para Ele, mas, sim quando lhes contamos o que Ele tem feito por nós.

                   Nos v.9-10 Davi relaciona o temor a Deus com o sustento que Ele nos dá. Mas, qual a relação dessas duas coisas? Uma das questões que mais podem intrigar os filhos de Deus é a prosperidade dos ímpios contraposta às dificuldades que sobrevém aos crentes. Um salmo que retrata bem isso é o Sl 73. Mas, quando o nosso coração começar a questionar essas coisas deve encher-se de temor a Deus, pois, somente o temor a Deus fará com que nos afastemos de tais pecados, e, além disso, nos fará refletir no fato de que Deus cuida de nós. O contraste entre o poderoso leão que pode passar fome e os filhos de Deus que por Ele são sustentados, pois confiam Nele, aponta para o fato de que “Os que confiam nele descobrirão que Ele cumpre Sua Palavra a eles empenhada e não terão falta de nenhuma das coisas que Ele prometeu em Sua aliança”[2].

Aplicação v.4-10: Quando você presenciar os ímpios prosperando enquanto você passa por apertos e penúrias, não permita o seu coração ceder à inveja e ao descontentamento. Em vez disso encha o seu coração de temor a Deus, pois, afinal, Ele pode permitir-lhe passar por privações, mas, nunca deixará de sustenta-lo; Ele pode permitir que inimigos se levantarem contra você, mas, nunca o deixará sozinho à mercê deles, pelo contrário virá em seu socorro. Tão-somente testemunhe diante das pessoas o que Ele tem feito em sua vida. Você só poderá testemunhar do livramento de Deus se você passar por situações de perigo; você só poderá testemunhar do sustento de Deus em sua vida se você passar por momentos de privação. Seja qual for a situação confie Nele.

                   O temor do SENHOR também deve ser aprendido para que possamos

3- Honra-Lo com todo o nosso ser, v.11-16

Exposição v.11-16:11 Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR. 12 Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? 13 Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente.  14 Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la.  15 Os olhos do SENHOR repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. 16 O rosto do SENHOR está contra os que praticam o mal, para lhes extirpar da terra a memória”.

                   Honramos a Deus com todos os nossos sentidos e faculdades:

  • Escutando Seus ensinamentos (v.11): Deus sempre está pronto a nos ensinar, por isso mesmo devemos estar sempre dispostos a ouvi-Lo para que aprendamos a teme-Lo. Nas palavras de Salomão em Ec 12.13 “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem”, vemos que a coisa mais importante em nossas vidas é o temor a Deus.
  • Refreando nossa língua do mal (v.12-13): para não falarmos o que é inconveniente, devemos guardar nossa língua, ou seja, ficarmos calados diante de situações em que o mal é evidente para que não difamemos a Deus associando-nos aos caluniadores e mentirosos tomando parte nos seus projetos malignos.
  • Apartando-nos do mal e praticarmos o bem (v.14): Não somente uma postura negativa em relação ao mal, mas, também uma postura positiva em relação ao bem. Não nos basta apenas deixarmos de fazer o mal; é necessário que façamos o bem. A omissão do bem é tão pecado quanto a comissão do mal.


                   Nos v.15-16 voltamos ao assunto sobre a disparidade entre o “sucesso dos ímpios” e o “sofrimento dos justos”. Se nos parece que os ímpios estão tendo algum sucesso e não são punidos por suas maldades e injustiças, ao passo que o sofrimento dos justos nesta vida parece não ter fim, é importante lembrarmos que a Palavra de Deus nos mostra que Ele está atento aos justos para socorrê-los quando necessitarem, e os Seus olhos “repousam sobre os justos”, ou seja, aqueles que praticam o bem (cf. v.14), mas, em contrapartida, o Seu rosto “está contra os que praticam o mal para lhes extirpar da terra a memória” (v.16), ou seja, Deus não só punirá os ímpios, mas, apagará a memória deles. Os ímpios não somente se vangloriam da sua “felicidade” neste mundo como também alimentam a esperança de serem lembrados de geração em geração por seus feitos. Quão decepcionante é a esperança dos ímpios! Mui diferente da esperança dos justos!

Aplicação v.11-16: Honre a Deus com todo o seu ser. Dedique seus ouvidos ao ensino da Palavra de Deus para aprender a teme-Lo de todo o seu coração, pois, somente o temor a Deus fortalecerá o seu amor por Ele. Empregue suas palavras para a glória Dele, não empreste seus lábios ao Maligno, e nem permita que a mentira ache lugar em suas palavras. Aparte-se do toda aparência do mal e exercite a prática de toda forma do bem, e jamais caia na tentação de invejar os ímpios ou de questionar a Deus por parecer que os ímpios estão prosperando em sua maldade enquanto você sofre penúrias sendo obediente a Deus. Lembre-se do fim que os ímpios terão e do fim que os justos terão. As recompensas e castigos na eternidade nunca terão fim, mas, as alegrias dos ímpios e os sofrimentos dos justos nesta vida se findarão.

                   Por fim, devemos aprender a temer a Deus para que possamos

4- Depender inteiramente de Deus, v.17-22

Exposição v.17-22:17 Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações.  18 Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. 19 Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra. 20 Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado. 21 O infortúnio matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados. 22 O SENHOR resgata a alma dos seus servos, e dos que nele confiam nenhum será condenado”.

                  No cerne destes versículos encontramos a dependência que temos de Deus. Uma das principais diferenças entre os ímpios e os justos é que enquanto estes dependem de Deus e têm prazer em Dele depender, os ímpios, por sua vez querem ser independentes de Deus, não porque a liberdade seja um dos impulsos humanos mais fortes, mas, porque dependência compreende também submissão e obediência. Enquanto o coração cheio de orgulho e vaidade não se despojar desses pecados e passar a depender somente de Deus, não desfrutará da felicidade e liberdade que Deus dá.

Os justos clamam ao SENHOR e Ele “os escuta e os livra de todas as suas tribulações” (v.17). Algumas considerações devem ser feitas aqui. Primeiramente, se os justos têm de clamar pelo socorro divino é porque os justos passam por muitas tribulações. A ideia de que o crente não deve sofrer porque encontra-se na Graça de Deus não encontra respaldo bíblico algum. Em segundo lugar devemos entender que existem certas bênçãos que só as receberemos se clamarmos por elas.

                  O v.18 diz que o SENHOR está perto “dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (ou contrito). O que isto quer dizer é que aqueles que têm um coração quebrantado e contrito são os que reconhecem a sua miserabilidade espiritual, e, estes tais podem estar certos de que Deus está perto deles, ou nas palavras do profeta Isaías: “Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (Is 57.15). Era desses que o Senhor Jesus falou nas bem-aventuranças quando disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5.3). Um coração só é verdadeiramente humilde quando depende de Deus, somente de Deus, e reconhece que distante de Deus só encontra miséria e pobreza espiritual, mas, que, perto Dele encontra a Vida, o próprio Deus.

                  O v.19 complementa o que foi dito no v.17. Duas certezas extraímos deste versículo: a primeira é que o justo passa pelas mais duras tribulações, e a segunda, é que “o SENHOR de todas o livra”. Aquele que em Cristo nos livrou da morte eterna, em Cristo não nos livrará das tribulações dessa vida (cf. Rm 8.32)? Ao dizer que Deus “Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado” (v.20), não devemos entender que Deus não permite que Seus filhos sofram acidentes, até mesmo porque isso não é verdade e nem é isso que este versículo está dizendo. A ideia aqui é a mesma de Lc 12.7 quando o Senhor Jesus disse que Deus cuida até dos nossos fios de cabelo os quais estão contados por Ele, ou seja, Deus cuida do justo porque o justo Lhe é valioso[3].

                  Mas, o que espera o ímpio que em sua arrogância se vê como o senhor de si recusando-se a dar a Deus a glória que Lhe é devida? “O infortúnio matará ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados” (v.21). Essas palavras nos lembram da parábola do louco arrogante que ao realizar uma colheita abundante cogitava destruir seus celeiros e fazê-los ainda maiores, mostrando assim que a sua confiança estava nas suas posses. Mas, naquela mesma noite, a morte viria sobre ele repentinamente (Lc 12.19-20). É importante observarmos que por causa de um só justo, Deus executa muitos ímpios que odeiam esse justo.

Encerrando o salmo, Davi sumariza tudo o que disse, e novamente testemunha sobre o livramento que Deus efetuara em sua vida, não permitindo que os inimigos o matassem. Deus “resgata a alma dos seus servos”, essa é a promessa para aqueles que confiam Nele.

Aplicação v.17-22: Todos dependem de Deus, mas, somente os justos reconhecem isso, ao passo que os ímpios não só não reconhecem como principalmente esbravejam contra isso. O temor a Deus nos fará humildes em Sua presença e reconhecermos que dependemos totalmente Dele. Em dependermos de Deus está a nossa liberdade.

Conclusão

                   O único temor capaz de espantar todos os temores da nossa alma é o temor a Deus. Quem teme somente a Deus, não teme a morte, a privação, a dor, a traição, ou seja, qual for a mazela. Quem teme a Deus está verdadeiramente livre do medo, porque o perfeito amor lança fora o medo (1Jo 4.18). Que o único temor em nosso coração seja o de não darmos a Deus todo o louvor e honra, o de não testemunharmos do Seu amor e nem depender Dele somente.

Oração

                   “Ó Pai, faze-nos temer a Ti em cada momento da nossa vida, para que o nosso coração não tema a privação, a dor, ou até mesmo a morte, pois, Tu és maior que todas essas coisas. Assim oramos em nome de Jesus, amém!”.

[1] CALVINO, 1999, vol.2, p.76.

[2] HARMAN, 2011, p.163.

[3] Cf. CALVINO, 1999, vol.2, p.93.

About Olivar Alves Pereira

Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP, Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor e membro do Conselho Acadêmico do Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba (CETEVAP), São José dos Campos -SP, onde iniciou em 2020 seu Mestrado em Aconselhamento Bíblico. É associado à Associação Brasileira de Conselheiros Bíblicos - ABCB. Na Política sou Conservador. Casado com Janaina F. S. A. Pereira e pai de Ana Cristina S. Pereira.
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